O Ministério das Finanças informou que o défice fiscal será de 6,2% do PIB este ano, inferior aos 7,1% projectados no Quadro Monetário Médio (MFMP). Isto representa uma diminuição de 0,9 por cento em comparação com a estimativa feita em junho. O novo cálculo está em linha com o apresentado pelo Comité Independente de Regulação Financeira (Carf) no final de novembro, que também estimou uma perda de 6,2% do PIB, devido a atividades de gestão da dívida que permitiram ao Governo reduzir despesas com juros.
De acordo com o boletim da carteira, os impostos vão aumentar 0,3 por cento do PIB este ano face a 2024, devido ao aumento dos impostos externos, ao aumento do IVA interno e à devolução de impostos em sectores que não o petrolífero. O desempenho reflectirá um maior dinamismo económico.
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Além disso, a dívida do país está próxima da âncora financeira em 57,3% do PIB, 4,1 pontos percentuais abaixo da primeira previsão. Segundo o Ministério das Finanças, A correção advém da valorização da taxa de câmbio e da implementação de uma estratégia ativa de gestão da dívida pública.

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