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EUA matam dois em novo bombardeio a navio no leste do Oceano Pacífico

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O Comando Sul do Exército dos EUA informou que o recente ataque a um navio em águas internacionais no leste do Pacífico foi realizado sob a liderança do secretário de Defesa Pete Hegseth e faz parte de uma campanha que já matou mais de uma centena de pessoas relacionadas com o tráfico de drogas. A notícia deste novo ataque, anunciada na segunda-feira pelos militares norte-americanos, destaca que duas pessoas que estavam no navio foram mortas durante o bombardeamento, no âmbito de uma série de operações militares destinadas a combater as redes ilegais de tráfico de droga na região.

Segundo o Comando Sul publicado numa mensagem na rede social, identificou o navio alvo como sendo operado por organizações terroristas designadas, e disse que passava pela rota marítima que é frequentemente utilizada para o transporte clandestino de drogas no Pacífico Oriental. A mídia noticiou que, segundo informações da inteligência militar, o navio estava ativamente envolvido no tráfico de drogas, razão pela qual foi escolhido como alvo.

A operação não resultou em baixas militares dos EUA, detalhe destacado pelo Comando Sul numa declaração pública. O comunicado acrescenta que, embora duas pessoas tenham morrido, não foi dito se eram os únicos dois tripulantes ou se houve sobreviventes após o ataque, deixando em aberto a questão de quantas pessoas estavam a bordo.

A mídia notou que esta operação fazia parte de uma campanha mais ampla realizada no Mar do Caribe ou na região leste do Pacífico, segundo o governo dos Estados Unidos, contra embarcações ligadas ao tráfico de drogas. Segundo informações publicadas pelo Comando Sul e citadas pela mídia internacional, o número de ataques navais chegou a 107, somando-se às vítimas desta recente intervenção para aumentar o número depois de mais de vinte operações deste tipo realizadas em ambos os lados do continente americano.

A campanha, conforme explica o Comando Sul, está alinhada com as diretrizes oficiais para a identificação e ataque de alvos marítimos com base em informações que os ligam a atividades ilegais de tráfico de drogas e a organizações classificadas como terroristas. A operação militar foi realizada devido a repetidas verificações: a interrupção de rotas estratégicas utilizadas por redes ilegais para o transporte de drogas, com o reforço de áreas consideradas pelas autoridades como rotas normais.

Segundo um comunicado de imprensa oficial, Washington confirma que estas ações visam reduzir a capacidade dos grupos dedicados ao tráfico internacional de drogas e cortar o fluxo de substâncias ilegais para os Estados Unidos. A estratégia envolve a utilização de recursos navais, aéreos e de inteligência, com a coordenação direta do Departamento de Defesa e a orientação de seus altos funcionários, conforme relatado pelo Comando Sul por meio de mensagens em X e relatórios oficiais previamente distribuídos.

Até à data, os militares dos EUA mantiveram a sua posição insistindo que nenhum membro das forças armadas ficou ferido nas missões. Ao mesmo tempo, a informação publicada mantém confidenciais quaisquer detalhes adicionais sobre a identidade dos mortos ou da carga transportada pelo navio atacado, limitando-se a descrevê-lo como alvo conhecido pelas medidas de inteligência militar relacionadas com operações de tráfico de droga.

A continuação deste tipo de trabalho e da política de comunicação nesta área mostra a vontade das autoridades dos EUA em manter a pressão sobre as rotas consideradas críticas para o tráfico internacional de drogas no Oceano Pacífico e nas Caraíbas, conforme afirmou o Comandante das Forças Armadas dos EUA.



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