O presidente da França, Emmanuel Macron, juntou-se à onda de comentário internacional que causou o Invasão dos EUA na Venezuela na manhã de sábado, e terminou com a prisão de Maduro e sua esposa, Cilia Flores: “O povo venezuelano Ele agora está livre da ditadura de Nicolás Maduro e ele não pode deixar de estar feliz”, comemorou lá
O próprio Donald Trump confirmou o ataque à Venezuela no início desta manhã, bem como a prisão de Maduro e sua esposa. O presidente americano postou nas redes sociais Verdade Social Foto dele acorrentado e vestindo terno cinza no USS Iwo Jima. Em entrevista coletiva realizada em sua residência em Mar-a-lago, Flórida, às 11h, às 17h. na Espanha, detalhou que “governaria o país até uma transição adequada” e defendeu o ataque como parte da “guerra aos cartéis de drogas”.
Sobre esta “transição”, Macron escreveu que “deve ser pacífica, democrática e respeitadora da vontade do povo venezuelano”, e tem confirmou o presidente eleito Edmundo González Urrutiaeleito nas eleições de 28 de julho de 2024, para que possa “garantir esta transição o mais rápido possível” depois que Trump concluir a transição.
Da mesma forma, o responsável da Renacimiento garantiu que “já está a conversar com os parceiros da região”. A França está em pleno andamento e vigilante, especialmente na proteção dos seus cidadãos nestes tempos de incerteza”.
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