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Três presentes do Dia de Reis: custam em média US$ 59.500 e aumentaram 33% em relação ao ano passado.

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O jogo continua liderando a escolha na cesta dos Três Reis. (Adrián Escandar)

Na pré-visualização de Rei de três diasque é comemorado todo dia 6 de janeiro, a previsão de consumo mostra que o O custo médio por doação é de US$ 59.500segundo relatório da consultoria Focus Market. O estudo analisa a evolução dos preços dos produtos mais selecionados nesta data e indica um aumento específico em alguns itens, que chega a 33%.

A análise, que recolheu dados de consumo e registou a evolução do preço dos produtos comuns nessa altura, indica que o bilhete estimado para a celebração dos Três Reis Magos é um terço superior à estimativa do relatório anterior, em termos de previsão de despesas. US$ 47.460 no presente.

Os dados da consultoria coletam tendências no comportamento dos compradores, na estrutura dos brindes escolhidos e na distribuição dos preços nos diferentes setores. A pesquisa, realizada na semana anterior ao dia 6 de janeiro, inclui produtos de maior circulação como brinquedos, roupas, equipamentos esportivos e outros itens que costumam ser adquiridos nesta data.

O estudo comparou os valores observados este ano com o relatório anterior, que estimou o custo de cada presente em cerca de 47.460 dólares, e observou que a diferença percentual é explicada pela variação dos preços e pela evolução da procura.

Lojas físicas e plataformas online
Lojas físicas e plataformas online são o foco da maioria das compras nesta comemoração (Gustavo Gavotti)

O estudo discute os itens que têm maior presença na lista de compras dos Três Reis Magos. Segundo os dados, os brinquedos continuam a ser um dos principais elementos de despesa, seguidos de roupas e equipamentos desportivos, artigos que concentram grande parte da intenção de compra do consumidor.

O relatório destaca a legitimidade da tradição de dar presentes às crianças nesta data, que nos últimos anos manteve muitos lares. Neste contexto, os gastos previstos refletem a continuidade do consumo associado à celebração, apesar das oscilações de preços.

Além da variação do cupão médio, o estudo inclui uma análise dos níveis de preços encontrados nas lojas físicas e plataformas de e-commerce, bem como a disponibilidade de ofertas, descontos e planos de financiamento que possam influenciar a decisão de compra.

Neste sentido, os dados mostram que neste período, uma combinação de estratégias promocionais que procura atrair clientes, embora estas ações não compensem necessariamente o aumento geral dos preços dos produtos mais procurados de Reyes.

No que diz respeito ao valor dos brinquedos em particular, o estudo mostra no exemplo produtos com pouca ou nenhuma alteração face a 2025 e outros com aumento de dois dígitos. No primeiro caso há uma bola de praia, que permaneceu em US$ 3.500 por ano. A inflação é cautelosa veículo de coletaque subiu de US$ 13.900 para US$ 14.900 (um aumento de 7%), e pônei bonecaque teve um aumento de 14%.

Os dois jogos de maior bilheteria do ano passado (entre os pesquisados ​​pela consultoria) foram um jogo de tabuleiro com cartasque saltou de US$ 3.680 para US$ 4.500 (22% mais caro) e jogos de memóriao que representou uma mudança de 33%, de US$ 28.491 no ano passado para US$ 37.990 hoje.

O documento indica que, apesar do aumento dos preços registados no cabaz de produtos, a celebração dos Três Reis Magos ainda ocupa um lugar na agenda de muitas famílias. Essa continuidade está refletida no ticket médio ajustado e no plano de compras para esta data.

Segundo o estudo, 38% desses três Reis Magos são brinquedos. Roupas (20%) e livros didáticos (14%) completam a plataforma de demanda. Em seguida vêm informática (7,5%) e esportes (7,5%), entre outras categorias.

Em termos de canais de venda, os bolos são distribuídos de forma justa, mas a maior parte dos presentes é comprada em lojas ao ar livre (30% da procura está concentrada neste canal). O comércio eletrônico aparece um pouco atrás, com participação de 28%. Em terceiro lugar estão os centros comerciais (22%), seguidos dos supermercados (10%), centros comerciais (85%) e vendas de garagem ou showroom (2%).



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