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Ibex 35 sobe 0,22% no meio da sessão, perto dos 17.700 pontos, com foco na Venezuela

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A Sacyr destaca-se entre as empresas do Ibex 35 com uma valorização de 2,55% a meio da sessão, enquanto outras valores, como Fluidra, Aena e ACS, também registam evolução dentro do índice bolsista espanhol. Enquanto isso, o Ibex 35 permanece nos 17.700 pontos, após tocar o máximo histórico na manhã de terça-feira, segundo a mídia. O desenvolvimento do mercado foi controlado pelo impacto das recentes operações militares dos EUA na Venezuela, que incluíram a prisão do Presidente Nicolás Maduro.

Segundo a notícia, este encontro coincidiu com o Dia dos Três Reis Magos e inclui a reação internacional à ação militar dos Estados Unidos em Caracas. Tanto investidores como analistas financeiros acompanham de perto a evolução do Ibex 35, que registou uma subida de 0,22% para atingir os 17.651,34 pontos ao meio-dia, depois de ter registado um nível de 17.700 pontos durante a abertura, valor considerado o nível mais elevado alcançado pelo índice.

A mídia noticiou que a situação internacional gira em torno da intervenção dos militares norte-americanos no território venezuelano, ação que resultou na prisão de Nicolás Maduro pelas forças armadas daquele país. Após a operação, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que o governo dos EUA está “no comando” da Venezuela e sublinhou que a prioridade da sua administração é a recuperação e o fortalecimento da indústria petrolífera venezuelana. Trump explicou que o programa presidencial prioriza esse objetivo ao convocar eleições ou libertar pessoas presas por motivos políticos.

Relativamente ao comportamento da bolsa, os meios de comunicação indicaram que o Ibex 35 funciona quase sem oscilações significativas, embora alguns valores continuem a subir como Sacyr, Fluidra (1,98%), Aena (1,56%) e ACS (1,52%). Na mesma seleção, diversas empresas apresentam queda liderada pela Puig, que caiu 1,64%. Outras ações com quedas intermediárias incluem BBVA (1,07%), Colonial (0,93%) e Banco Sabadell (0,84%).

O panorama do mercado bolsista europeu mostra o movimento oposto, segundo a comunicação social. Enquanto a Bolsa de Paris apresenta uma queda de 0,60%, Londres reporta uma subida de 0,69% e a Bolsa de Frankfurt mantém-se inalterada, comportamento semelhante ao verificado em Madrid.

Relativamente ao mercado energético, o preço do barril de Brent, utilizado como índice na Europa, apresenta uma subida de 0,52% e é negociado a 62,08 dólares. O petróleo bruto West Texas Intermediate subiu 0,43%, para US$ 58,57. A mídia explicou que a evolução dos preços do petróleo responde à importância da Venezuela como produtor, bem como às expectativas do processo industrial no país sul-americano contra a nova posição dos Estados Unidos.

No mercado cambial, o euro foi convertido para 1,1707 dólares, segundo dados divulgados a meio da sessão. Na área da dívida pública, o fator de risco em Espanha ronda os 40,3 e a taxa de juro do título a dez anos é de 3,29%.

O monitoramento do mercado financeiro internacional sobre o que está acontecendo na Venezuela e o anúncio de Donald Trump sob a autoridade da estratégia de política externa dos Estados Unidos com o objetivo de reanimar o setor petrolífero venezuelano, segundo relatos da mídia. Este ambiente de incerteza política e turbulência financeira está a chamar a atenção dos operadores dos mercados financeiros e dos mercados internacionais, cujas reacções se reflectem nos preços da moeda e do crédito.



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