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O Ibex 35 abre em baixa (-0,1%), com a Repsol a cair mais de 2% e à espera do petróleo e da Venezuela.

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O preço internacional do barril de petróleo Brent caiu mais de 1%, fixando-se em 60,07 dólares, enquanto o norte-americano West Texas Intermediate (WTI) diminuiu 1,4% para atingir os 56,33 dólares. Este ajustamento dos preços do petróleo coincide com a actividade relacionada com a bolsa espanhola, onde o Ibex 35 iniciou o mau dia. Segundo relatos da mídia, o preço do índice de seleção caiu 0,11% no início do pregão, atingindo 17.628 pontos às nove da manhã, e estendeu sua queda para 0,20% após quinze minutos de negociação.

Segundo os dados publicados, a sessão de abertura ficou marcada por uma queda de mais de 2% na Repsol, que está a negociar a 16,25 euros por ação. Esta alteração foi feita no âmbito do anúncio feito pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na plataforma Truth Social, em que anunciou que o governo venezuelano, atualmente liderado por Delcy Rodríguez, irá oferecer entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo ao país norte-americano. Trump confirmou que este petróleo de alta qualidade será vendido a preços de mercado e que as receitas serão geridas especialmente para garantir a sua utilização em benefício do povo da Venezuela e dos Estados Unidos.

A mídia notou que a Repsol, uma das empresas espanholas com mais interesses na Venezuela, liderou a queda do Ibex 35 no início do dia. Além da queda da Repsol, as divisões financeiras e outras divisões de negócios da Selective também tiveram um desempenho fraco. Segundo a imprensa, o BBVA caiu 1,3%, o Santander 0,49%, o Grifols 0,35% e o CaixaBank 0,33%.

Ao contrário das empresas afetadas pela recessão, algumas ações registaram ganhos no início do pregão. Segundo o comunicado, a ArcelorMittal subiu 2,8%, a Acciona Energía registou um aumento de 1,6%, a Indra melhorou 1,1%, a Ferrovial aumentou 1% e a Inditex registou um aumento de 0,98%. Estes dados mostram um comportamento misto dentro da seleção espanhola.

O setor empresarial da época também viu a distribuição de dividendos por duas empresas. A CIE Automotive pagou 0,47 euros por ação tomada em 2025. Por seu lado, a Redeia anunciou o envio aos seus titulares de 0,20 euros por ação, retirada da conta 2025. A comunicação social indicou que estes pagamentos irão reorientar a estratégia de pagamento aos participantes do mercado de Madrid.

No panorama dos principais mercados financeiros europeus, a informação recolhida indicava que o início do dia não foi o mesmo. O índice de Frankfurt subiu 0,4% e o índice de Paris subiu 0,2%, enquanto a Bolsa de Londres caiu 0,2%. Este comportamento diversificado reflete o impacto de fatores locais e globais que afetam o mercado europeu.

Relativamente ao mercado cambial, de acordo com relatos da comunicação social, o euro foi transaccionado face ao dólar norte-americano a 1,1684, o que pareceu estável face ao dia anterior. Na secção da dívida pública, o rendimento exigido da obrigação espanhola a 10 anos é de 3,249%, o que revela uma ligeira descida face à sessão anterior.

O ambiente geopolítico internacional, marcado pelos recentes acontecimentos na Venezuela e pelas ações no setor energético, continua a criar incerteza no mercado. A decisão de oferecer 50 milhões de barris de petróleo venezuelano aos Estados Unidos reforçou o foco das petrolíferas com investimentos na região, anunciada por Donald Trump e noticiada pela comunicação social. Neste contexto, a Repsol continua a ser um dos principais players do mercado energético espanhol, evidenciando o impacto de fatores externos no preço das ações.

O início da sessão foi dominado pelos máximos históricos atingidos na véspera pela Bolsa de Madrid e por Wall Street, o que provocou expectativas de continuação da redução de preços que não ocorreu na abertura. A primeira descida do Ibex 35, seguida de um aumento da descida poucos minutos depois, mostrou a sensibilidade do mercado espanhol às notícias internacionais que têm impacto direto em setores como o energético e o monetário.

Durante a manhã, a volatilidade manteve-se na seleção espanhola, no cenário internacional onde houve disputa sobre o fornecimento de petróleo e o desenvolvimento da situação política na Venezuela que prende a atenção dos investidores. Segundo a mídia, as ações e decisões da empresa, aliadas às declarações políticas, compõem um dia marcado pela prudência, pela seletividade na atuação e pelo monitoramento dos indicadores internacionais.



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