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Assassinato de Valeria Schwab: a família condena a falta de informações sobre o andamento do caso

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A família de Valeria Schwab acusa a falta de informações na investigação do caso

A investigação por Crime por Valeria Schwab em Comodoro Rivadavia sofreu uma mudança relacionada: o Justiça de Chubut decidiu classificar o caso como diz-se que foi o assassinato de uma mulher. Esta medida fortalece a pressão sobre o processo judicial e mostra a maturidade social do movimento. Contudo, a família da vítima ainda não tem “sem novidades” sim “Tudo está igual a alguns dias atrás”. Isto levou a vigílias à luz de velas organizadas por familiares e amigos, exigindo justiça e melhor segurança nos espaços públicos.

Do mundo da família, Jéssica Schwabirmã da vítima, confirmado em conversa com O Comodorense mas até agora não receberam nenhuma informação oficial sobre o desenvolvimento deste caso. Ele continuou a confirmar: “Até o momento não recebemos nenhuma informação. Além disso, destacou que o relatório da autópsia ainda não lhe foi apresentado e confirmou: “Eles nem me deram explicação”. A falta de informação aumenta a incerteza e a frustração das famílias, que agem para evitar que mortes semelhantes voltem a acontecer.

O promotor Maria Laura Blanco Ele foi nomeado investigador-chefe após substituir o promotor Marcelo Crettón. Blanco está agora supervisionando o processo do caso e examinando os resultados da autópsia, se o Ministério Público em Chubut Ele enfatizou a importância de manter estrita confidencialidade para proteger a investigação. Paralelamente, o Ministério Público solicitou a colaboração dos cidadãos, disponibilizando os números de telefone (0297) 4463701, 4462520 e 4462408, bem como a observação directa da rua sede. Máximo Abásolo 980para aqueles que podem fornecer dados básicos sobre a causa.

O corpo de Valéria Schwab38 anos, Foi encontrado em um desfiladeiro perto do condado de Eureka, perto da costa no local. A ação responsável Polícia de Chubut sim Bombeiro voluntário A postagem foi postada logo após o desaparecimento da vítima. Segundo a história de Jéssica, o último contato com a irmã aconteceu por meio do WhatsApp, quando Valéria anunciou que iria passear perto das Torres, no bairro do antigo cemitério.

As autoridades pediram ao
As autoridades pediram à comunidade que fornecesse informações relacionadas ao que pode ter sido a causa.

Os investigadores determinaram que o motivo da viagem foi roubo, pois Valéria não trouxe nenhum objeto de valor, exceto “telefone e fones de ouvido”, segundo Jéssica. Embora essas duas coisas tenham sido perdidas após o incidente, o telefone foi encontrado vários dias depois “em frente a uma das vias de trânsito”, como explicou a irmã da vítima poucos dias depois do crime, e espera-se que o laudo técnico do aparelho nos permita reconstituir os últimos movimentos de Valéria. “O celular apareceu e agora temos que encontrar o bandido ou bandidos, é impossível que ninguém tenha encontrado nada”, dizia a reclamação.

Do lado social, a família destaca que a situação não responde a situações normais de ansiedade. Jéssica compartilhou que a área onde aconteceu o desaparecimento costuma ser usada por pessoas que se exercitam, mas estava “totalmente escura, uma toca de lobo”. Ele confirmou isso “As luzes se apagaram e não havia nada para ver.”. Essas condições aleatórias dificultaram a busca inicial, então Jéssica vasculhou a área ela mesma com a ajuda de dois jovens, antes da chegada da polícia. Como ele disse: “Passei na frente da polícia, mas não tive como pegar luz. Foi muito frustrante”.

Valéria Schawb desapareceu
Valeria Schawb desapareceu na noite de terça-feira, após sair para treinar

Parentes e parentes de Valéria Schwab Eles solicitaram medidas urgentes às autoridades para Comodoro Rivadavia ter um “lugar mais seguro e claro”, segundo Jéssica, que também propôs um projeto de lei para prevenir futuros desastres. “Não quero que isso aconteça com mais ninguém. O governador me disse que vai trabalhar no problema, então devo manter a calma”.disse a irmã da vítima Rádio Chubut.

A manifestação de terça-feira reuniu os moradores a partir das 22h, a partir das 83 Escola ao Cenotáfiopara exigir justiça. “Agimos porque familiares e amigos foram os primeiros a agir. Continuaremos agindo até que o assunto seja resolvido. Quero agradecer a todos que estiveram com minha família e amigos do Vale”, finalizou Jéssica.



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