O ministro dos Transportes, Óscar Puente, vinculou na quarta-feira o anúncio de uma greve geral do Sindicato dos Engenheiros Ferroviários Espanhóis (Semaf) impacto emocional mas o ônibus passou após a morte de dois maquinistas, a quebra do trem no domingo em Adamuz, Córdoba, e esta manhã em Gelida, Barcelona, quando o maquinista colidiu com um muro que caiu devido a uma forte tempestade. Assim, Puente garantiu que o ministério tentará encontrar uma solução para que não haja greve.
“Veremos se conseguimos mudar a situação e evitar esta chamada”, afirmou em entrevista à Telecinco num comunicado divulgado pela Europa Press, ao mesmo tempo que expressava as suas condolências à família do motorista falecido em Gelida, bem como a todo o grupo “pela situação emocional que atravessam”.
Sobre este último acidente, em que o condutor que perdeu a vida tinha apenas 28 anos e fazia treino desportivo com outros três colegas e o condutor principal, Puente explicou que o acidente foi rrelacionadas com o mau tempo e não com o serviço ferroviário.
“Mas é verdade que ajuda numa semana muito triste e dolorosa e compreendo a situação emocional que estão a passar (…) Vamos sentar e conversar, para que esta (greve) não aconteça.
Em consequência deste último acidente, por volta das 21h00. na terça-feira e deixou 37 feridos, a Adif mantém esta quarta-feira a suspensão das ferrovias na região de Rodalies em toda a Catalunha, na esperança de que o serviço seja restabelecido. quando a infraestrutura é conhecida e foi verificado que não há obstáculos contra ele.
Além disso, o Adif reduziu novamente velocidade máxima de 160 km por hora no troço da linha de alta velocidade entre Madrid e Saragoça, no corredor Madrid-Barcelona.
Por outro lado, Óscar Puente atenuou a voz do maquinista do comboio Iryo que se atrasou em Adamuz e explicou que se passaram entre três e quatro minutos entre as duas chamadas que fez para o centro de controlo de Atocha, em Madrid. Na mesma entrevista à Telecinco, o ministro anunciou ainda que houve impacto nos vagões que vazaram com o Alvia que se dirigia a Huelva. em menos de 9 segundos em vez de 20, conforme publicado originalmente.
O ministro disse, portanto, que houve uma primeira chamada do maquinista a dizer que houve uma “separação” do comboio, quando este parou. “Isso é o que ele acredita que aconteceu. Ele ainda não tinha descido do trem e os cinco primeiros de Iryo não têm sentido. Nem a placa caiu, nem os passageiros notaram e nem o motorista”, explicou. Na segunda chamada, que aconteceu entre três e quatro minutos depois, Puente disse que o motorista informa à central de controlo que “não se trata de um obstáculo”, mas sim de um embate, e ataca o carril adjacente, pedindo para cortar o trânsito.
“Sei que o som é confuso, mas o que determinamos foi o centro do impacto, que fica muito atrás da parada do trem. Então, quando o trem para, o impacto já ocorreu”, explicou.
(com informações da Europa Press)















