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Promotores progressistas conseguem arrecadar o dinheiro para pagar a multa de García Ortiz

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Madrid, 22 de janeiro (EFE).- A União de Procuradores Progressistas (UPF) conseguiu arrecadar entre os seus parceiros os fundos necessários para fazer face à responsabilidade financeira imposta ao ex-procurador-geral Álvaro García Ortiz, que inclui a indemnização e a responsabilidade civil resultante da punição.

Segundo a imprensa da UPF, na quinta-feira, em poucos dias, “dezenas de procuradores” de todas as regiões e categorias responderam ao apelo feito por esta organização, que “não é económico, mas moral”.

No dia 22 de dezembro, a UPF lançou uma proposta conjunta entre os seus sócios para pagar as obrigações financeiras resultantes da condenação de García Ortiz, pela qual o Supremo Tribunal impôs uma inabilitação de dois anos para ser procurador-geral e uma multa de 7.200 euros pelo crime de revelação dos segredos dos segredos de Isabelle Díazánzá, e do sócio de Alberto Go compensacion. Ayuso, por 10.000 euros.

A associação dos procuradores comemorou a resposta dos seus parceiros. “Um sentimento comum que expressa algo muito simples e ao mesmo tempo profundo: as pessoas não devem ser deixadas sozinhas quando agem de acordo com a lei, a sua consciência profissional e a proteção das instituições constitucionais”.

Explicou ainda que com a participação dos seus colegas recebeu mensagens de cidadãos que não estão na Procuradoria-Geral da República, contactou esta organização para manifestar a sua vontade de colaborar e finalmente o fez.

“Muitas destas mensagens – cheias de respeito, empatia e sentido de cidadania – comoveram-nos profundamente. Lembram-nos que a justiça não é apenas um sistema institucional, mas um vínculo de confiança entre aqueles que a servem e a sociedade que ela serve”, afirmaram.

Confirmaram que García Ortiz assumiu uma responsabilidade pessoal que “protegia” a Procuradoria-Geral como um todo. “Hoje, os resultados do sindicato mostram que esta responsabilidade não é desperdiçada. Proteger os colegas em tais situações protege a integridade do serviço público, a independência profissional e a noção de que a justiça diz respeito a todos nós”. EFE



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