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Bolívar ‘se destaca’ pelo reconhecimento econômico de estudantes de medicina e pergunta a ex-presidentes: “Petro pensou neles”

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Gustavo Bolívar comemorou o salário mínimo para estudantes de medicina – crédito Carlos Ortega/EFE

A partir de terça-feira, 27 de janeiro de 2026, oito mil estudantes de medicina de instituições públicas da Colômbia passaram a receber o salário mínimo mensal.

Esta medida, promovida pelo governo de Gustavo Petro, marca um avanço para os sectores da educação e da saúde do país. pela primeira vez, Estudantes de medicina de universidades públicas obtêm uma renda estável durante as fases finais de sua formaçãoum campo considerado que exige muita demanda e comprometimento.

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A decisão, anunciada pelo ex-senador e ex-diretor da Prosperidade Social (DPS) Gustavo Bolívar, gerou reações imediatas nas redes sociais.

Você acha que um estudante de medicina tem um minuto livre para conseguir um emprego e conseguir seu livro, para pagar a sua internet, a sua estadia, às vezes, numa cidade grande, para pagar a sua alimentação, para pagar o seu transporte?” perguntou Bolívar em um vídeo postado em sua rede social X.

O líder disse que nenhum governo anterior, incluindo os de Álvaro Uribe, Juan Manuel Santos, Iván Duque ou Andrés Pastrana, implementou tal política.

“Quem pensou neles? Vou te contar quem pensou neles: Gustavo Petro”disse este ex-senador em seu depoimento.

O benefício reconhece a carga académica e as longas horas de trabalho dos estudantes de medicina, que historicamente enfrentaram barreiras económicas para apoiar os seus estudos.

Segundo Bolívar, esta condição permite que os futuros médicos tenham “Mais tempo para ter melhores competências acadêmicas e a Colômbia terá melhores profissionais”. O parlamentar descreveu a declaração como “justiça social que exigimos muito”.

A implementação deste salário mensal coincide com o debate nacional sobre a equidade no acesso ao ensino superior e o fortalecimento do sistema de saúde.

O governo procura apoio financeiro para garantir a continuidade e a qualidade da formação médica e promove maiores oportunidades para jovens de diferentes origens sociais. “Parece-me bela, pura poesia, a transformação completa”, Bolívar expressou.

A política, segundo o Executivo, persegue o objetivo de reduzir o abandono universitário e melhorar a taxa de sucesso académico de quem procura empregos de elevada procura.

Fornecer um salário mínimo beneficiaria aqueles que estão em fase final de carreira, período caracterizado pela prática médica intensiva.



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