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Criticam o Movimento Cidadão pela colocação de crianças trans em Jalisco

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Legisladores e ativistas criticaram a posição do partido como antitética aos ideais progressistas. Foto: (Jesús Tovar Sosa/Infobae)

ele Congresso do Estado de Jalisco Ele rejeitou a iniciativa proposta pelo legislador Morena que propunha permitir que meninas, meninos e jovens mudar legalmente seu gênero antes de atingir a maioridadeuma decisão que tem causado críticas perante diversas forças políticas, especialmente em Movimento Cidadão (MC)partido majoritário da empresa.

A proposta não recebeu o apoio necessário no Plenário e foi rejeitada após votação 11 votos a favor, 22 contra e uma abstençãoque marcou a posição majoritária contra o procedimento.

Como resultado, a possibilidade de tomar medidas em comissão ou de continuar no processo legislativo é fechada, deixando inalterado o quadro jurídico local sobre género.

O debate decorreu no âmbito nacional marcando o debate sobre direitos das crianças transo quadro jurídico para o reconhecimento do género e o dever do Estado de garantir a sua protecção. Se for assim Jaliscoa decisão legislativa deixou claro que este tipo de alterações legais só poderiam ser feitas após atingir a maioridade, de acordo com a legislação em vigor.

Rejeitado por
A proposta foi rejeitada com 22 votos contrários. Imagem: (Rede Social)

Durante a reunião, as diferentes forças políticas expuseram as suas posições. Isto foi confirmado pela maioria dos legisladores que votaram não há exigência legal ou consenso permitindo a modificação do estatuto jurídico dos menores. Neste bloco estavam deputados de cozimento, PRI e Ação Cidadã.

Defendeu o voto contra o Movimento Cidadão sob o argumento de proteção completa de crianças e jovens. Os legisladores do partido salientaram que a decisão relativa à sua legalidade significa que esta consequências jurídicas a longo prazoportanto, do seu ponto de vista, devem ser tomadas quando houver plena capacidade jurídica e especial maturidade.

Entre os pontos destacados pelo MC estão o interesse superior das crianças, a necessidade de responsabilização e informação, e o dever do Congresso de evitar lacunas legais ou consequências irreversíveis para os menores.

No entanto, provocou fortes reações de ativistas, grupos e páginas que defendem a posição do partido laranja. direitos das pessoas transque descreveu a votação no Movimento dos Cidadãos como decepcionante e contraditória num discurso desenvolver.

Na rede social, destacaram que o argumento da “falta de maturidade intelectual” ignora as condições de Supremo Tribunal da Nação (SCJN) e padrões de direitos humanos.

A decisão rejeitou a proposta
A decisão rejeitou a proposta de Morena, para que a legalização do gênero seja realizada até a maioridade. REUTERS/Daniel Becerril

O mais criticado foi o voto do MP Montse Pérez Cisnerosmembro do Movimiento Ciudadano e chegou ao Congresso através de ações afirmativas LGBT+. Os activistas consideraram inapropriado que ele votasse contra uma lei que, segundo eles, protege os direitos da sua comunidade.

Representantes juntaram-se a essas críticas De volta à Barrade Morena, que expressou publicamente que está feliz que a festa laranja esteja mostrando suas verdadeiras cores.

“Eles andam pelo país e declaram que são bons e de esquerda, e aqui, em Jalisco, são de direita e conservadores”, disse, chamando o líder nacional do MC, Jorge Alvarez Maynezdestaca a sua posição de apoio à comunidade LGBT+ e contrasta-a com a dos legisladores locais que, diz ele, se opõem a ela. direitos de igualdade de género.

A recusa em agir continua a abrir debates que causam conflitos sociais e políticos em Jalisco, especialmente no que diz respeito ao reconhecimento dos direitos das crianças trans e ao papel do congresso local na sua garantia.



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