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O tribunal vai investigar se houve abuso de animais no caso do cavalo da Polícia Nacional que foi sacrificado por atraso no tratamento.

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O Cavalo Pomo em Desfile (JUPOL)

O Tribunal número 17 de Sevilha aceitou o tratamento da denúncia apresentada por sindicato JUPOL pelo alegado crime de maus-tratos a animais relacionado com a atuação da Direção-Geral da Polícia (DGP) relativamente aos cavalos Pomo, membro da Unidade de Cavalaria de Sevilha.

Pomo sofreu um acidente no dia 4 de setembro de 2024 durante o serviço, sob supervisão do DGP e responsável direto, que “mantinha uma posição clara sobre o garanta sua saúde e bem-estar“, destaca a denúncia. No entanto, “longe de receber atenção especial imediata, o animal permaneceu vários dias sem exames de diagnóstico urgentes ou tratamento cirúrgico que reivindicou seus ferimentos.

Conforme consta na denúncia, “a primeira radiografia durou cinco dias, apesar da gravidade da lesão, e desde o início o sacrifício do animal foi oferecido como única solução, sem realmente promover outros tratamentos. Durante quase 23 dias, Pomo permaneceu em seu corpo. deve confiar em três membrosuma situação que aumentou muito o risco de uma lesão secundária grave.”

“Devido à pressão da JUPOL, à participação dos trabalhadores e à mobilização social, foi transferido para o Hospital Clínico Veterinário Alfonso. Sim, havia opções reais para uma vida decente. e tratamento que foi adiado injustamente”, destacou o sindicato.

No entanto, “O longo período de inatividade” Isso colocou estresse excessivo em membros saudáveis, causando cáries que resultaram em danos irreversíveis. Por fim, em 16 de outubro de 2024, a execução foi realizada, não pelo fracasso da operação de amputação, que se manteve estável, mas pelas consequências dos excessos anteriores que, segundo a denúncia, eram “previsíveis e evitáveis”.

Da JUPOL, indicam diretamente a responsabilidade do Diretor-Geral da Polícia Nacional na gestão do caso, mas “especialmente a do chefe do Serviço Veterinário da Polícia Nacional, que tomava decisões sob a sua supervisão, ou com autorização, mas, de acordo com a opinião do sindicato”. levou a sofrimento desnecessário e pela morte de animais”.

As reclamações sugerem que este pode ser o caso crime de abuso de animais agravado por não licençacomo o cuidado apropriado foi adiado injustificadamente, a transferência para um centro especializado foi interrompida precocemente e o sacrifício do cavalo foi priorizado.

“Pomo não é uma ferramenta policial, mas sim um parceiro. Os cavalos da Polícia Nacional são criaturas vivas que trabalham com nossa equipe e merecem tratamento ético e profissional de acordo com as leis atuais de bem-estar animal”, disse a organização.

O sindicato enfatizou que “acesso ao tribunal significa isso passo importante para esclarecer as responsabilidades e para que esse tipo de situação não volte a acontecer entre policiais com animais”.

“A JUPOL continuará participando do processo judicial e promovendo todas as ações necessárias para apurar os fatos, apurar o responsabilidade individual e hierarquia e garantir que o Polícia Nacional ter protocolos veterinários baseados em critérios clínicos, éticos e de bem-estar animal, e não apenas em critérios cirúrgicos ou de custo”, explicaram. “Iremos até o fim. Pelo Pomo e por todos os animais que fazem parte do nosso grupo”, concluíram.



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