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Inés Moreno, traumatologista: “Se você tomar café da manhã antes do exame de sangue, seu resultado será como diabetes”

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Inés Moreno, traumatologista, alerta sobre a importância do jejum antes do exame (TikTok/@latraumatologageek)

Em vários laboratórios e centros de saúde, os pacientes são frequentemente solicitados a comparecer com o estômago vazio para exames médicos. A razão por trás desta recomendação é a necessidade de obter um produto que reflita a estado imobiliário corpo, não tem efeito direto na ingestão recente de alimentos.

Faça uma refeição antes da coleta de sangue uma grande mudança a resposta, segundo explicou a traumatologista Inés Moreno (@latraumatologageek) em vídeo postado nas redes sociais.

Segundo Moreno, comer antes do exame de sangue alterar valores que pode ser encontrado no produto. “Se você tomar café da manhã antes de fazer um exame de sangue, seus resultados parecerão os de um diabético em coma. E você não está. Você acabou de comer torradas”, disse o especialista. O processo de digestão provoca aumento de glicose, triglicerídeos e insulina no sangue, o que pode levar a falsas interpretações durante a avaliação médica.

Esse fenômeno ocorre porque, após comer, o corpo inicia uma série resposta metabólica. A glicose dos alimentos aumenta no sangue, o que aumenta a produção de insulina pelo pâncreas. Os triglicerídeos, que são um tipo de gordura, apresentam valores mais elevados após a refeição.

Portanto, se alguém for ao laboratório não respeitou No período de jejum, os resultados podem indicar níveis de glicose até 200 mg/dL ou níveis de triglicerídeos próximos de 400 mg/dL, valores frequentemente associados a diabetes ou risco cardíaco.

Diabético
Um paciente diabético injetando insulina (AdobeStock)

“E se eles tirarem seu sangue depois do café da manhãa resposta dirá: glicose, duzentos, diabetes. Triglicerídeos, quatrocentos. O risco de doenças cardíacas, colesterol alterado. Na comida. Mas isso é uma mentira. Você não está doente. “Você comeu torradas há duas horas”, alertou Moreno.

Especialistas enfatizaram a importância do jejum antes do exame que o exige Não diagnóstico errado e tratamento desnecessário. O jejum prévio, entre oito e doze horas, permite analisar os valores na sua natureza básica.

Desta forma, os prestadores de cuidados de saúde compreendem informação confiável no metabolismo do paciente, sem qualquer perturbação causada pela alimentação recente. “Por isso é solicitado o jejum de oito a doze horas, para que os valores estejam em vigor. Não do jeito ‘acabei de tomar café da manhã’”, afirmou o especialista.

No entanto, nem todos os exames de sangue exigem jejum. Segundo Moreno, há PROVA que pode ser feito a qualquer hora do dia, como hemograma, função renal ou hormônio da tireoide. A análise de glicose, colesterol, triglicerídeos e insulina exige apenas que o paciente não tenha se alimentado antes.

“Aqui está o que ninguém te conta: nem todos os exames exigem jejum”, ressaltou. PARA evite erros e não é necessário repetir a extração, a recomendação geral é ir com o estômago vazio em caso de dúvida. “Mas o melhor é jejuar por precaução, para não se machucar e ser picado duas vezes”, acrescentou.

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A ênfase de Moreno na importância da observar o jejum Responda à frequência com que o laboratório encontra a amostra alterada pela dieta anterior. Por causa dos sintomas de estômago vazio, os especialistas recomendam segui-lo à risca.

Então, se ele lhe disser: Venha e rápido, andando com o estômago vazioporque senão você vai voltar e vão te dar duas facadas”, finalizou o traumatologista em sua mensagem, que gerou interesse e debate nas redes sociais sobre o correto preparo para exames laboratoriais.



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