Em 2025, a Colômbia atingirá a taxa de desemprego mais baixa da Colômbia em mais de duas décadas, com uma média anual de 8,9% e a criação de 791 mil novos empregos.
No entanto, embora os números sejam encorajadores para uma grande parte do público, a verdade é que A maior parte destes novos cargos corresponde a empregos informais, o que levanta dúvidas sobre a real qualidade do trabalho produzido.
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A força de trabalho do país atingiu 23,8 milhões, um número que mostra um crescimento significativo impulsionado por sectores como hotelaria e serviços de alimentação, indústria transformadora, sector público e transportes. Essas agências representaram 64% dos novos empregos.
A medida oficial define pessoa ocupada como alguém que trabalhou pelo menos uma hora de trabalho remunerado, seja no próprio negócio, durante a semana. Isto inclui trabalho formal com benefícios sociais e trabalho informal.
Até o final de 2025, 55,7% dos trabalhadores na Colômbia estarão em situação informal. Havia 10,5 milhões de empregos formais e 13,2 milhões de empregos informais. Assim, seis em cada dez trabalhadores trabalhavam fora do mercado de trabalho oficial colombiano.
Dos 791 mil novos empregos, 399 mil eram informais e 393 mil formais. As oportunidades aumentaram mais em restaurantes e cafés, que criaram 143 mil empregos; na indústria transformadora, onde foram criados 142 mil empregos, principalmente na produção de vestuário, panificação e mobiliário; e em serviços públicos como educação e saúde, que criaram 60 mil empregos entre eles, além de 35 mil no setor da administração pública.















