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Abascal avisou Ortega Smith que ele e sua equipe tomam a decisão: “sem pensamentos ruins sobre isso”

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Santiago Abascal destacou que a decisão do Vox está em sintonia com ele e com a sua equipa de gestão, que foi eleita pela Assembleia e pelos membros do partido. Falando sobre o conflito interno com Javier Ortega Smith, um dos fundadores do grupo, Abascal reafirmou em entrevista ao programa ‘Espejo Público’ da Antena 3, citado pela Europa Press, que não tem dúvidas sobre o processo e não sente “peso na consciência em relação ao mesmo”.

Segundo a Europa Press, o líder do Vox falou diretamente com Ortega Smith, lembrando que “todos os membros devem seguir as regras internas e respeitar o nosso estatuto”. Ele confirmou que estas regras se aplicam igualmente aos membros de primeira categoria e aos 68.000 membros, e destacou especificamente que o próprio Ortega Smith, que é o 6º membro do partido, também deve aceitar estas regras. Abascal disse que esta conformidade não está em debate: “Não há dúvida sobre isso”.

O meio de comunicação Europa Press explicou detalhadamente que a tensão surgiu quando Ortega Smith decidiu continuar a ser porta-voz do Vox na Câmara Municipal de Madrid, depois de ter sido substituído no Congresso dos Deputados como porta-voz da Magistratura. Por esta razão, sofreu uma suspensão da rebelião. Ortega Smith criticou o processo e comparou-o a um expurgo histórico, observando: “Eles expurgam seus amigos como Stalin fez.”

Durante uma entrevista publicada pela Europa Press, Abascal recusou-se a aprofundar os antecedentes do conflito e enquadrou o incidente salientando que, como presidente, está eleito desde 2014, representando-se em todos os processos eleitorais internos, haja ou não outros candidatos. Confirmou que a equipa de gestão sob a sua presidência – tanto eleita pela Assembleia Nacional como pelos militantes – tem total controlo da decisão e deixou claro que esta ordem irá continuar. “Esta equipa escolhida pela Assembleia do Vox e pelos militantes do Vox governa e continuará a governar”, assegurou.

Num comunicado recolhido pela Europa Press, Abascal afirmou que as decisões tomadas pela sua equipa poderão ser difíceis e espera-se que as dificuldades aumentem “quando chegarem a Moncloa”. Acrescentou que o establishment não tem medo da necessidade de decisões decisivas: “Quero que as pessoas saibam disso”, enfatizou.

O líder do Vox também falou sobre a possibilidade de um conflito interno, negando a existência de uma “rebelião” dentro do partido. “Não é uma rebelião, é outra coisa”, acrescentou, minimizando a situação e dizendo: “Está tudo bem. É totalmente inútil”. Tal como noticiado pela Europa Press, Abascal defendeu que os partidos políticos não devem centrar-se nos conflitos internos, porque – na sua opinião – as questões dos cidadãos estão muitas vezes mais relacionadas com as suas preocupações quotidianas do que com a vida interna das organizações. Por isso, garantiu que a sua responsabilidade está centrada na resposta aos problemas do povo.

Neste contexto, Santiago Abascal reafirmou que as regras internas do Vox devem ser aplicadas a todos os membros, sem exceção, e sublinhou que não há espaço para diferentes interpretações. Conforme noticiado pela Europa Press, o presidente do partido disse que ainda tem a consciência tranquila sobre as ações tomadas contra Ortega Smith e quaisquer outros problemas que possam surgir dentro do partido.



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