Uma onda de violência eclodiu após a ação contra Nemesio Oseguera Cervantes, aliás “El Mencho” Deixou 631 carros roubados e danificados em diferentes partes do país, disse Carlos Jiménez Palacios, diretor de Danos e Automóveis da Associação Mexicana de Instituições de Seguros (AMIS) para Milenio TV.
Segundo o representante da organização, entre domingo, 22 de fevereiro, e terça-feira, 24 de fevereiro um aumento sem precedentes no número de acidentes relacionados com roubo e vandalismo número, cinco vezes a média nacional por dia.
“No México, cerca de 125 carros são roubados todos os dias. Neste período específico foram roubados e danificados 631 carros, o que representa cinco vezes mais do que o habitual após os acontecimentos relacionados com o movimento”, explicou Jiménez Palacios.
Do número total de grupos afectados, 92 por cento estão concentrados nos três estados ocidentais do país. Jalisco lidera a lista com 396 veículos; É seguido por Michoacán com 101 casos e Nayarit com 80 grupos notificados.
Este responsável explicou que a maior parte dos carros foram roubados durante a condução e depois utilizados para bloquear estradas ou incendiá-las, o que faz parte do caos registado após o estabelecimento da segurança.
Considerando a magnitude do incidente, a AMIS informou que a documentação do acidente foi iniciada e a seguradora facilitou o processo para facilitar o atendimento às vítimas.
Entre as medidas tomadas destaca-se a possibilidade de retardar a apresentação da denúncia ao Ministério Público, permitindo a publicação do relatório oficial no final do processo, ao contrário da primeira medida.
“Os documentos foram abertos e os requisitos de prestação de contas ao Procurador-Geral foram flexibilizados. O importante é apoiar as pessoas envolvidas e adiantar a sua indemnização”, disse Jiménez Palacios.

Um dos pontos de preocupação no existe uma certa possibilidade de a ação ser classificada como terrorismo ou guerraa suposição de que em algumas políticas pode excluir o pagamento de compensação.
Em vez disso, o representante do AMIS Explicou que as seguradoras não têm autoridade para classificar as atividades nestas condições.
“O empreiteiro não é uma autoridade. O único que pode determinar se é terrorismo, ato de guerra ou de guerra é o governo federal. Enquanto isso não acontecer, a empresa não pode aplicar esta exclusão”, sublinhou.
Nesse sentido, garantiu que estas 631 viaturas já têm documentos em aberto e os pagamentos estão em curso de acordo com as coberturas acordadas, especialmente na modalidade de roubo total.
“É importante notar que a cobertura mediática protege as pessoas em situações como esta. Vem do roubo de automóveis e há prémios por essa cobertura”, observou.
o A AMIS estimou que entre 30 e 40 por cento das unidades afectadas podem não ser consideradas uma perda total.. Muitos foram presos pelas autoridades durante o evento e transferidos para armazéns e parques.
Nestes casos, o Proprietários devem aguardar a conclusão dos trâmites legais e administrativos que as autoridades libertem o grupo e determinem o nível real dos danos.
A associação reiterou o apelo aos segurados para que mantenham contacto com as suas empresas e reportem imediatamente quaisquer incidentes.
A situação, acrescentou, representa um desafio sem precedentes devido ao foco da acção no curto prazo, mas confirmou que o sector segurador tem reservas suficientes para responder aos compromissos assumidos com os empregadores.















