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Um equilíbrio entre tecnologia e atividades tradicionais apoia o desenvolvimento saudável da primeira infância

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As diretrizes internacionais recomendam evitar dispositivos digitais para crianças menores de dois anos, com exceções como videochamadas supervisionadas (Illustrative Image Infobae)

Preocupações com o impacto tecnologia na infância central no debate sobre saúde. Diversas empresas, como Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Associação Pediátrica Americanaalertar sobre os perigos da exposição de crianças pequenas sem supervisão ou controle.

A sua proposta reconhece isto Crianças menores de dois anos não devem usar dispositivos digitaisexceto em ocasiões especiais, como videochamadas com adultos. Para a tira de dois a cinco anos, Os líderes internacionais insistem nisso o uso não é superior a uma hora por diatambém sob controle.

A situação atual, marcada pela onipresença dos dispositivos móveis e da amplificação sonora no cotidiano, tem aumentado as preocupações de famílias e educadores. De acordo com Sociedade Espanhola de PediatriaO surgimento da tecnologia no ambiente familiar é inevitável, mas requer orientações claras e acordadas para evitar consequências negativas para o desenvolvimento da criança. ele adultos juntos É importante não só controlar o tempo, mas também direcionar o conteúdo e oferecer outras opções na tela.

Especialistas apontam que o uso de tecnologia precoce pode trazer benefícios se usado de maneira adequada. Entre os benefícios que citam estão o acesso a recursos educativos, a possibilidade de laços familiares à distância e o desenvolvimento de competências digitais que serão necessárias no futuro.

Contudo, a maioria concorda que o uso indiscriminado substitui atividades essenciais de desenvolvimento, tais como jogos grátis, atividade física e chat ao vivo.

o Sociedade Espanhola de Psiquiatria Infantil e Infantil Ele acrescentou que as crianças precisam de rotinas e limites claros para construir hábitos saudáveis ​​e evitar o vício digital. Além disso, ele enfatizou que telas excessivas são apropriadas afetar a qualidade do sono, aumentar a irritabilidade sim dificultar o foco na escola e no lazer.

Relatório sobre UNICEF alerta para a exclusão digital e suas consequências: o acesso desigual à tecnologia pode causar danos na educação e na sociedade, mas o uso excessivo e descontrolado também pode aumentar a desigualdade, afetando especialmente crianças e jovens em situações sociais vulneráveis.

Além disso, o epidemia reforçou essas contradições, mostrando a necessidade de políticas públicas que estejam com a família na gestão da tecnologia.

O uso da tecnologia
O uso da tecnologia deve ser monitorado e adaptado à idade da criança para evitar efeitos negativos no desenvolvimento (Imagem Ilustrativa Infobae)

O desafio para pais, cuidadores e educadores é encontrar um equilíbrio entre benefícios e danos potenciais. Embora a tecnologia possa aumentar o interesse e a aprendizagem interativa, ela não deve substituir a importância das brincadeiras livres, da atividade física e da interação face a face.

Segundo a OMS, o sedentarismo, a redução da qualidade do sono e a tendência a consumir alimentos processados ​​são possíveis consequências quando não há orientações claras. “O maior dano não vem do aparelho, mas sim das coisas que não acontecem quando a criança está na frente da tela”indique o arranjo.

Além disso, vários relatórios relatam um aumento na prevalência da doença a criança está acima do peso e dificuldade de concentração e controle de impulsos. Os líderes internacionais insistem na importância do modelo de comportamento dos adultos e no uso da tecnologia com discussão, regras claras e alternativas como leitura, jogos ao ar livre e atividades criativas.

Especialistas confirmam que
Especialistas ressaltam que o uso constante da tela se sobrepõe às atividades mais importantes, como jogos grátis e interação direta (Imagem Ilustrativa Infobae)

Comparando pontos de vista, o psicólogo americano Catherine Steiner-Adair dizendo isso “O desenvolvimento emocional e social se baseia em relacionamentos reais, não virtuais”enquanto o psiquiatra argentino Valéria Abadi insiste que “o maior desafio é aceitar os limites de uma família estável, priorizando os jogos e as conversas diárias”.

Ambos concordam que a chave é apoiar, monitorar e promover ativamente vínculos fora da tela. A tecnologia não deve ser demonizado ou idealizado; A sua introdução deve ser progressiva, consciente e condizente com o estágio de desenvolvimento da criança.

Nesse sentido, a saúde das crianças baseia-se no equilíbrio: o ecrã pode ser uma ferramenta valiosa, desde que não substitua o contacto humano, o lazer e a exploração de jogos.

O objectivo, concordam os especialistas, é que a tecnologia se torne apenas mais uma ferramenta, em vez de uma ferramenta que domine a vida quotidiana das crianças. O desafio é mútuo e requer um compromisso conjunto das famílias, educadores e formuladores de políticas públicas para construir um ambiente digital seguro e saudável.



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