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O Ministério Público apresentou queixa contra o candidato ao congresso do novo liberalismo em plena eleição: é por isso.

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A Procuradoria-Geral da República elaborou comunicado de acusação contra Luis Orlando Castro Acosta, ex-gerente da Empoaguas ESP e atual candidato à Câmara dos Deputados – crédito Orlando Castro/Facebook

A Procuradoria-Geral da República elaborou nota de acusação contra Luis Orlando Castro Acosta, ex-gerente da Empoaguas ESP – empresa de água e esgoto de San José del Guaviare – e atual candidato à Assembleia Nacional de Guaviare, pelo partido Novo Liberalismo.

A penalidade decorreu de denúncia apresentada em setembro de 2024; O processo visa apurar se Castro assumiu a gestão da empresa pública sem atender aos requisitos acadêmicos e de experiência exigidos no manual especial.

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Segundo informações do sistema de monitoramento, o candidato ao Congresso aceitou a nomeação e tomou posse em 1º de janeiro de 2024; No entanto, o processo indica que o título profissional não foi reconhecido como parte da base de conhecimento exigida pela empresa para administrá-la.

A Procuradoria Geral da República
A Procuradoria-Geral da República investiga Orlando Castro pelo cumprimento dos requisitos acadêmicos e de experiência para a administração da Empoaguas – Procuradoria-Geral da República.

O documento sustenta que o livro exige formação em áreas como Engenharia Civil, Sanitária, Ambiental, Industrial, Química ou Administração e Economia. Castro aparece como engenheiro agrónomo, mas para o Ministério de Estado este trabalho não corresponde às áreas claramente indicadas na informação do local.

O documento disciplinar enfatiza: “Aceitou a nomeação e assumiu o cargo sem autorização, a experiência exigida para o cargo de gestor ou instrução e formação acadêmica (sic)”.

A Procuradoria-Geral da República acrescentou que o pedido não permite uma interpretação liberal, razão pela qual se lê num dos trechos: “A Procuradoria não compartilha dos argumentos apresentados pelo controlado, porque não tem motivos suficientes para retirar as acusações, porque não correspondem e não manipulam as condições técnicas da Universidade da Universidade de Educação. Cundinamarca. (sic)”.

Além da componente académica, o processo considera a experiência profissional verificada de Castro. Em particular, o processo refere-se aos documentos publicados pela organização Asoproagro; O Ministério Público constatou as inconsistências nas datas e registros dessa auditoria.

“Há discrepância com as datas e registros contidos nesta verificação, pois diz que o Sr. Luis Orlando Acosta foi gestor da organização Asoproagro de 1º de agosto de 2011 a 31 de dezembro de 2015; Quando a referida organização verifica o seu certificado de existência e representação legal, não há registo da sua nomeação ou da sua gestão nesse período”.disse o documento. Para o órgão regulador, este aspecto tem impacto direto na verificação do cumprimento dos requisitos mínimos de experiência em cargos de gestão.

O comportamento do atual candidato ao Senado foi temporariamente classificado como crime grave por fraude. Essa avaliação significa que, para o Ministério Público, o ex-gerente estava ciente dos requisitos legais e ainda assim aceitou o cargo.

Segundo o Ministério Público, Orlando Castro
Segundo a Procuradoria-Geral da República, Orlando Castro assumiu o cargo em 1º de janeiro de 2024 sem comprovar a formação profissional necessária para administrar uma empresa pública – crédito Catalina Olaya/Colprensa

Ressalte-se que este processo conecta Albeiro Miguel Arroyo, secretário de desenvolvimento social e administrativo do gabinete do Prefeito de San José del Guaviare. No que lhe diz respeito, o Ministério do Interior questionou a ausência da obrigação de verificação antes da emissão do mandado de prisão e detenção.

O documento especifica que o responsável deveria verificar o estrito cumprimento das informações. O respaldo jurídico do processo está amparado na Lei de 1952, de 2019, que regulamenta o regime disciplinar dos servidores públicos. O Ministério Público considerou que existiam elementos suficientes para apresentar queixa e prosseguir com o processo de extradição.

Portanto, o resultado final não é pequeno; As penalidades podem incluir suspensão e incapacidade pessoal para o desempenho de funções públicas. Se for considerado culpado, Castro será impedido de ocupar cargos oficiais enquanto durar a ordem.

Os livros necessários
O manual exige formação nas áreas Civil, Sanitária, Ambiental, Industrial, Engenharia Química ou gestão e economia, enquanto Orlando Castro é agrônomo – crédito VisualesIA

Essa possibilidade torna-se importante pelo seu desejo do Congresso, pois, segundo a lei, a eleição popular não anula a influência das regras. Caso haja decisão final que declare que as condições não estão reunidas, o lugar poderá ficar vago ou poderá ser utilizado o regime definido pela lei eleitoral.



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