Os militares iranianos lançaram ataques com mísseis e drones contra bases israelitas e norte-americanas em vários países do Médio Oriente, em retaliação às recentes operações militares. Conforme detalhado pela Europa Press, o Crescente Vermelho Iraniano confirmou que quase 800 pessoas morreram em solo iraniano como resultado do ataque liderado por Israel e pelos Estados Unidos, um número que inclui vários ministros e altos comandantes militares. Entre as vítimas esteve a morte do Líder Supremo, Aiatolá Ali Khamenei, que provocou uma onda de retórica e ameaças entre os dois governos.
De acordo com a notícia publicada pela Europa Press, Israel Katz, Ministro da Defesa de Israel, disse que qualquer pessoa que ocupe o cargo de líder supremo da República Islâmica é considerada um alvo direto de eliminação. Num comunicado divulgado através dos canais oficiais, Katz disse: “Qualquer líder nomeado pelo regime terrorista iraniano para continuar a liderar o plano para destruir Israel, ameaçar os Estados Unidos, o mundo livre e os países da região, bem como oprimir o povo iraniano, será alvo de eliminação sem hesitação. Katz sublinhou que as autoridades israelitas não mudarão a sua determinação em agir. A identidade ou localização do próximo líder iraniano será divulgada.
A mensagem de Katz também enfatizou o compromisso e a cooperação do governo israelense com Washington. Ele observou que tanto ele quanto o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, instruíram o exército a permanecer pronto. “Foram ordenados preparativos para utilizar todos os meios para atingir este objetivo, como uma parte importante da Operação ‘Leão que Ruge’”, explicou o Ministro Katz, segundo a Europa Press. Esta declaração confirma a posição de Israel, que procura evitar qualquer tentativa de reconstrução da liderança iraniana que mantém a intenção contra Israel, os Estados Unidos e o chamado mundo livre.
A Europa Press informou que Katz expressou a sua intenção de agir com o apoio dos seus parceiros americanos. Nas suas palavras: “Continuaremos a operar com força total, juntamente com os nossos parceiros americanos, para destruir as capacidades do regime e criar as condições para que o povo iraniano o derrube e substitua”. Estas declarações reflectem a abordagem relacionada não só com objectivos militares, mas também com o apoio às mudanças internas no Irão.
O contexto destas ameaças enquadra-se num ataque massivo de Israel e dos Estados Unidos às posições iranianas. A Europa Press informou que o número de mortos foi superior a 800. Além da morte de Khamenei, houve vítimas entre ministros e oficiais superiores das forças armadas do Irão, o que representa um grande golpe para o establishment político e militar da República Islâmica.
A resposta do Irão foi lançar mísseis e drones contra alvos em território israelita e contra instalações dos EUA na região, segundo fontes consultadas pela Europa Press. Estas ações aumentaram as tensões na região e abriram caminho para novos episódios de conflito direto entre os dois países e os seus aliados.
A agência de notícias Europa Press observa que a reação internacional à escalada de violência continua a evoluir e que a ação militar continua a evoluir como parte de uma estratégia mais ampla liderada por Israel com os Estados Unidos. A chamada operação “Leão que ruge” é retratada como um esforço colectivo que visa reduzir a capacidade do governo iraniano e encorajar mudanças estruturais internas.
A morte do Aiatolá Khamenei representa um acontecimento com implicações significativas para a República Islâmica, dado o seu papel como autoridade política e religiosa máxima. Segundo a Europa Press, a vaga de liderança desencadeou os procedimentos internos do Irão para a nomeação de um novo líder supremo, embora as dúvidas sobre a segurança de quem assume o cargo tenham sido reforçadas por avisos do governo israelita.
A Europa Press informou que a situação na região continua volátil, com ameaças claras de ações futuras contra os líderes do regime iraniano. As autoridades israelitas confirmaram que manterão a sua ofensiva juntamente com os seus aliados internacionais até atingirem os objectivos estratégicos declarados.















