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Margarita Robles confirmou que Espanha está a considerar fornecer apoio militar a Chipre no âmbito da União Europeia

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Falando sobre a possibilidade de participar numa missão internacional promovida pela União Europeia ou por alguns dos seus estados membros para defender Chipre, Margarita Robles anunciou que o Executivo espanhol irá considerar a opção de enviar tropas, e irá reiterar a disponibilidade de Espanha para outras ações militares externas. Numa entrevista transmitida pela Cadena Ser e recolhida pela Europa Press, o ministro da Defesa sublinhou que Espanha “valoriza” o apoio de Chipre se a situação o exigir após o recente ataque do Irão.

Segundo a Europa Press, Robles respondeu claramente se o Governo está pronto para fornecer apoio militar a Chipre após o incidente relacionado com o Irão. O Ministro da Defesa explicou que tanto a União Europeia como a União Europeia podem decidir enviar forças para a região e, nesse caso, Espanha receberá a sua contribuição, como já aconteceu muitas vezes em situações semelhantes com outras missões internacionais.

A agência de notícias Europa Press sublinhou que Robles destacou a adesão de Espanha a organizações multilaterais como as Nações Unidas, a NATO e a União Europeia, indicando que o país continua a ser um “parceiro firme” nestes contextos. O ministro lembrou que o Governo coopera sempre com as estruturas e responsabilidades obtidas destas organizações, que afectam a análise e a tomada de decisões relativamente ao estabelecimento de cooperação para a protecção da paz e segurança na região europeia.

Na entrevista, Robles insistiu que a participação dos espanhóis depende da iniciativa da União Europeia ou de um grupo dos seus membros na organização de uma missão que contribua para a defesa e segurança de Chipre. Dada a possibilidade de mobilização de armas em Bruxelas ou capitais aliadas, o Ministério da Defesa espanhol avaliará a sua introdução de acordo com a prática habitual e a experiência acumulada noutros compromissos internacionais.

A Europa Press noticiou ainda que o ministro enfatizou a cooperação de Espanha com missões de paz e apoio logístico sob o comando europeu, atlântico ou das Nações Unidas, reconhecendo que todas as decisões serão adaptadas à situação e aos acordos assinados pelo país. Robles destacou que a participação dos espanhóis em cada missão é sempre determinada após a análise da situação e da natureza do esforço coletivo, como mostram as conquistas espanholas no trabalho passado em diferentes partes do mundo sob a égide da diplomacia multilateral e da segurança internacional.

Num comunicado divulgado pelos mesmos meios de comunicação, Robles confirmou que a defesa de Chipre significa não trabalhar sozinho, mas dentro do sistema de defesa europeu comum e com base nos procedimentos acordados entre os aliados. Desta forma, a posição do Ministério da Defesa mantém uma abordagem que prioriza a cooperação, a coordenação nacional e o respeito pelos compromissos internacionais, seguindo as linhas gerais que têm caracterizado a política externa de Espanha em assuntos militares.

Atualmente, segundo a Europa Press, não existe uma decisão final sobre o envio de tropas espanholas. O Executivo acompanha de perto o diálogo com os parceiros europeus e mantém todos os campos abertos de acordo com as ações que a União Europeia e os seus Estados-membros possam tomar face à situação em Chipre e à situação causada pelos recentes ataques.



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