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Sánchez defende a fragata para Chipre: ‘Sem guerra’ não significa nenhuma solidariedade com os parceiros da UE

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A presença da fragata «Cristóvão Colombo» nas águas próximas de Chipre representa a resposta espanhola ao pedido expresso por este Estado-Membro após o ataque ao seu território. Segundo a comunicação social, Pedro Sánchez, Presidente do Governo de Espanha, informou durante a Conferência Hispano-Portuguesa XXXVI com Luís Montenegro, chefe do Executivo português, que a decisão de enviar o navio de guerra faz parte da missão de segurança, defesa e salvamento organizada pela operação europeia de apoio a Chipre.

Segundo o comunicado de Sánchez divulgado pelos meios de comunicação, a fragata espanhola, com chegada prevista para os próximos dias, contribuirá para a protecção da estabilidade e segurança dos parceiros da União Europeia que enfrentam ameaças directas. O presidente explicou que a ação espanhola responde ao princípio da solidariedade contido no compromisso recebido na União Europeia, ao mesmo tempo que protege a necessidade de proteger a sociedade dos Estados-membros face à crise escrita no território cipriota.

Segundo relatos da mídia, Sánchez enfatizou no seu discurso que a posição espanhola de “não guerra”, especialmente em situações como o conflito entre Israel, os Estados Unidos e o Irão, não exclui o apoio firme de outros Estados da União Europeia quando confrontados com ataques ou situações de emergência. Numa das suas intervenções, o presidente anunciou: “Com a mesma determinação que nos leva a dizer ‘não à guerra’ no Irão, temos a vontade de apoiar e ajudar a dar as mãos aos Estados-membros nesta matéria”.

A comunicação social destacou detalhadamente que a implementação da fragata ‘Cristóbal Colón’ insere-se na estratégia espanhola de participação activa na missão de segurança atribuída pela União Europeia, destacando o papel do Exército na prevenção e resposta às ameaças à estabilidade regional. Esta contribuição faz parte do compromisso espanhol com o multilateralismo, o respeito pelo direito internacional e a cooperação com organizações e instituições.

Numa aparição pública, Sánchez confirmou que a política externa espanhola dá prioridade a acções estruturadas em torno de princípios jurídicos internacionais e de cooperação em detrimento de abordagens baseadas no conflito. Segundo a comunicação social, o presidente anunciou a ideia de reforçar a relação transatlântica e a integração ibérica através de uma política de segurança coerente, incorporando as ações atuais no domínio das relações históricas entre Espanha, Portugal e o resto da União Europeia.

A informação divulgada pelos meios de comunicação indica que a fragata ‘Cristóbal Colón’ participará na missão internacional apoiada pelas instituições europeias, confirmando o compromisso dos espanhóis e da comunidade na defesa dos Estados cuja soberania está sob ataque. Sánchez lembrou que a decisão espanhola não contradiz a posição tradicional de rejeição da guerra, mas pauta-se pela responsabilidade de ajudar os países aliados no quadro jurídico e internacional.

Os meios de comunicação confirmaram que a intervenção da fragata responde a um pedido direto do governo cipriota, auxiliando os recursos navais espanhóis num esforço conjunto para proteger a área estratégica danificada pelo recente incidente de segurança. O Governo espanhol procura assim garantir uma resposta eficaz à ameaça imediata e reforçar a coordenação com outros países europeus, canalizando a sua participação através de missões reconhecidas e controladas pela União Europeia e por diversas organizações.

A comunicação social lembrou que a dinâmica de cooperação entre Espanha e Portugal, evidenciada pela recente cimeira bilateral, ajuda a reforçar a posição dos dois países na defesa dos interesses europeus e a sua tendência para cooperar em questões de segurança e defesa. Sánchez sublinhou neste caso a importância de mostrar uma resposta comum à crise que afecta a região mediterrânica ou o mundo que rodeia a União Europeia, oferecendo o envio da fragata ‘Cristóbal Colón’ como exemplo da prioridade espanhola de contribuir para a segurança comum.

Segundo os meios de comunicação, a política externa espanhola em caso de conflito ou ameaça é apoiada pelo multilateralismo, pelo diálogo e pelo reconhecimento das regras internacionais, evitando o conflito direto em favor da solidariedade e da negociação com outros parceiros. O envio da fragata, explicou Sánchez conforme noticiado pela mídia, não entra em conflito com a defesa da “não guerra”, mas a complementa através da oferta de proteção e solidariedade.

Os meios de comunicação social concluíram que a cooperação espanhola na missão de apoio a Chipre representa uma ação consistente com a proteção dos interesses europeus e da segurança comum em situações de crise, com a colocação da fragata ‘Cristóbal Colón’ no centro da ação em curso.



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