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Minedu anuncia quando começará o ensino virtual nas escolas privadas e quanto tempo durará a medida

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O Independent Schools Guild critica a decisão de mudar para salas de aula virtuais em meio à crise energética. (Foto: Agência Andina)

O Ministério da Educação do Peru (Minedu) informou que o instituição educacional privada a Região Metropolitana de Lima e Callao deverá realizar as atividades acadêmicas de forma virtual durante a semana. Informado por Comunicado nº. 03-2026-MINEDU e está incluído nas ações tomadas pelo Governo para fazer face à crise energética e à racionalização de recursos relacionados com o fornecimento de gás natural.

De acordo com as exigências oficiais, serão implementadas aulas virtuais de 9 a 13 de março em escolas particulares que já iniciaram o ano letivo. As medidas visam reduzir a mobilidade na cidade e contribuir para a gestão dos riscos energéticos, e garantir a continuidade dos serviços educativos aos estudantes.

Minedu confirma que a aula virtual
Minedu confirma que o ensino virtual em escolas particulares terá início no dia 9 de março (Foto: Minedu)

Minedu destacou que não só as escolas particulares estão incluídas nesta medida, mas também há universidades e institutos que funciona na região metropolitana de Lima e Callao. Desta forma, o O governo planeja reduzir a migração de estudantes e trabalhadores ao centro educativo se forem aplicados os meios de verificação dos recursos.

A decisão foi tomada no quadro das ações implementadas pelo Executivo para garantir a continuidade dos serviços essenciais e mitigar o impacto da crise energética. que diz respeito ao país. Neste contexto, as autoridades procuram evitar maiores complicações no transporte urbano e no fornecimento de energia durante períodos de emergência.

O Ministério da Educação organiza aulas
O Ministério da Educação oferece aulas virtuais em escolas particulares de Lima e Callao. (Foto: Agência Andina)

O ministério também informou que tem trabalhado com o departamento nacional de educação da capital para implementar este requisito. Entre as agências envolvidas estão Direção Regional de Educação da Região Metropolitana de Lima (DRELM)o Direcção Regional de Educação de Callao (DREC) e a Unidade Local de Gestão da Educação (UGEL) em ambas as áreas.

Estas disposições procuram garantir que o instituição educacional podem aplicar o método de longo prazo de forma descontraída e sem afetar o desenvolvimento do calendário escolar. ele Meu Disse que continuará a avaliar a situação nos próximos dias, enquanto as medidas visam reforçar o fornecimento de energia e o funcionamento dos serviços necessários na capital.

Escolas particulares pedem aulas virtuais
As escolas privadas pedem aulas virtuais por causa da crise do gás e pedem para priorizar a educação. (Foto: Agência Andina)

o Associação de Escolas Particulares do Peru manifestou o seu repúdio à vontade do Governo de transferir aulas presenciais de forma virtual em Lima e Callao, medida tomada por causa da crise no abastecimento de gás. O sindicato confirmou isso a educação deve ser uma prioridade e questionou a decisão de suspender as atividades escolares, afirmando que as instituições de ensino não são grandes consumidoras de gás natural e não causam impacto no sistema de transporte.

A organização observa que a experiência da epidemia evidenciou as limitações e inconsistências do ensino a distância, especialmente para alunos com doenças. dificuldade de acesso à tecnologia e comunicação. Por isso, pediu ao Executivo que reconsiderasse as condições e encontrasse outras formas de permitir a continuação das aulas privadas, manter o protocolo de segurança e evitar novas influências no processo educativo.

Face à crise energética nacional, as escolas privadas estão a levantar a voz. Num comunicado, lamentam a decisão de se tornar virtual, recordando os efeitos negativos do encerramento prolongado das escolas. Pedem que o sector da educação seja priorizado e que as instituições governamentais possam tomar decisões para que os estudantes não sejam afectados. | Canal N

Por último, a Associação de Escolas Privadas apelou às autoridades para que estabeleçam o diálogo com os sectores envolvidos antes de tomar decisões que afectem directamente a educação de milhares de estudantes. Ele insistiu que a frequência deveria ser priorizada e garantir que todas as políticas governamentais considerassem o bem-estar dos estudantes.



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