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Vereador Jhony Jair Epia Pinzón foi preso em Arauca por suposta compra de votos

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Jhony Epia foi levado para a delegacia de Arauca, quando ficou chocado com o material da campanha política do candidato à câmera Leandro Vargas – crédito Zocadagüí José

O vereador de Arauca, Jhony Pinzón Epia, foi levado à delegacia de polícia de Arauca depois que as autoridades o prenderam junto com outras três pessoas por supostamente usarem e portarem itens ilegais na disputa eleitoral.

Segundo o jornalista de Arauca, Dumar Eliecer Blanco, o material publicitário em que o vereador pedia para votar no candidato Leandro Vargas: “Há poucos minutos, o vereador de Arauca, Jhony Jairo Epia Pinzón, foi preso por supostamente cometer crimes eleitorais.

Segundo fontes recebidas por este meio de comunicação, foi encontrado material publicitário da campanha política do candidato à Assembleia da República Leandro Vargas; foi realizada na Instituição Normal María Inmaculada.”

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Artigo sobre prisão de Jhony Jair Epia por suposta prática de crimes eleitorais – crédito Facebook

Foi no perfil do Instagram de Jhony Jair que o vereador postou um vídeo com o candidato Leandro Vargas, horas antes de sua prisão. Em seu perfil no Facebook, ele também compartilhou um vídeo sobre a campanha do candidato ao Senado pelo Centro Democrático e ainda postou um vídeo com ele no Instagram.

Jhony Epia é jornalista e mediador social de Arauca que há mais de vinte anos fortalece a presença da mídia, da publicidade e do agronegócio na Colômbia. Desde 2015 gerencia a Agência Epia de Publicidade e Comunicação, empresa onde gerencia campanhas de comunicação e posicionamento nos setores público e privado.

Após extenso trabalho abrangendo mídia, design gráfico, logística de eventos e marketing político nos departamentos de Huila, Caquetá, Amazonas e Arauca.

A polícia tinha mais
A polícia teve mais de 120 mil policiais uniformizados destacados durante o dia das eleições – crédito EFE

O envio de forças governamentais nas últimas eleições parlamentares na Colômbia, em 8 de março, resultou na detenção de 88 pessoas e na apreensão de mais de 3,7 mil milhões de pesos numa operação contra o crime eleitoral, números que refletem a extensão das irregularidades verificadas durante o dia, segundo a Polícia Nacional. O processo, que mobilizou 120 mil militares e utilizou recursos tecnológicos avançados, foi realizado num contexto de aumento de mesas e mesas de voto face à ronda anterior.

O último balanço apresentado pela Polícia Nacional em 8 de março mostrava 49 casos de confiscos de dinheiro e detenções relacionados com a campanha ilegal para promover as eleições, com um total de 3,761 milhões de pesos apreendidos e oitenta e oito pessoas detidas. Só em Bogotá, as autoridades apreenderam 631 milhões de pesos da cidade de Santa Fé e prenderam uma pessoa suspeita de utilizar esses fundos para comprar votos.

Noutras áreas, actividades sistemáticas permitiram identificar padrões semelhantes. Em Antioquia, as cinco operações realizadas incluíram a maior apreensão em Puerto Triunfo, onde o valor ultrapassou 243 milhões de pesos. Na localidade de La Pintada foram encontrados 212 milhões de pesos, supostamente por crimes eleitorais.

Mais de 3.600 foram capturados
Foram apreendidos mais de 3,6 bilhões de pesos que serão usados ​​para comprar votos – crédito Visuales IA

O Valle del Cauca teve duas abordagens principais, uma em Palmira, que atingiu 184 milhões, e outra em Buenaventura, que teve 162 milhões. Montería, em Córdoba, apresentou outro dado importante: as autoridades retiraram mais de 434 milhões de pesos de diversas pessoas.

Durante a operação nacional, os responsáveis ​​pela aplicação da lei confiscaram 35 moedas, no valor aproximado de 3.626 milhões de pesos, e efetuaram 56 detenções especificamente relacionadas com estes casos. Foram efetuadas 22 prisões criminais: dezessete em flagrante e cinco sob mandado.

Este ciclo eleitoral decorreu em 13.493 mesas de voto, com 123.314 mesas distribuídas pelas cidades e zonas rurais, o que, segundo o Cadastro Nacional, apresentou um aumento de 8% nos locais e 21% nas mesas em relação ao pleito de 2022.



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