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Mais de 70 motoristas de ônibus urbanos foram mortos nos últimos meses, disse uma porta-voz do setor de transportes.

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Isto se soma a um novo ataque em abril, onde um motorista da mesma empresa ficou ferido e os agressores já haviam ameaçado.

A insegurança no transporte urbano continua apesar das promessas do governo, dos estados de emergência e das intervenções governamentais Polícia Nacional. Dois veículos de transporte foram queimados naquela manhã após o ataque dos bandidos. ‘O Mexicano’e embora nenhuma vítima tenha sido registrada nesses incidentes, Nos últimos meses, pelo menos 70 motoristas foram mortos.

José Quispe, líder dos Transportes Unidos do Cone Leste, destacou em entrevista BEM-SUCEDIDO mas “tem até agora Mais de 70 motoristas perderam a vida, sem contar os mototáxis”, e nos próximos dias o sindicato que representa decidirá quais as medidas a tomar, porque não quer que a situação atual se prolongue no tempo.

Embora o porta-voz do sindicato dos transportadores não tenha dito quais as medidas que este grupo irá tomar, disse que “estamos cansados ​​de reuniões, com as quais nos reunimos várias vezes, mas acredito que até agora não houve resultado”. Isto diz respeito à sua reunião com representantes do executivo e especialmente dentro do Ministério do Interior.

Um homem de 19 anos, um motorista de ônibus, um passageiro e um passageiro ficaram feridos quando foram baleados por supostos extorsionários em Callao. Os bandidos, que se autodenominam ‘Los Piranhas de Ventanilla’, postaram uma carta ameaçadora exigindo o pagamento da cota.

Apesar de suas reivindicações iniciais, Quispe conversou com o Ministro do Interior, Hugo Begazoe solicitou que sua plataforma oferecesse mais garantias de segurança para as operadoras. “Peço ao Ministro da Administração Interna que nos dê mais segurança. Nesta área a situação já é instável (…) é muito complicado porque estamos a lidar com transporte urbano”, disse.

A afirmação de Quispe veio depois de um greve nacional por tempo indeterminado do setor de transportes apoiado pelo grupo de taxistas e mototaxistas que tem como principal reivindicação a implantação do subsídio S/800 para compensar os prejuízos causados ​​pelo aumento do combustível e pela escassez de GNV.

“O governo está a demorar muito a tomar as medidas adequadas. Esperamos que o preço do petróleo baixe devido a este período urgente que vivemos. Não é só o gás natural que falta”, acrescentou. Magno Salas, presidente da confederação nacional das associações de transportes pesados ​​de mercadorias.

Salas também observou que os sindicatos dos taxistas de todo o país estão participando dos protestos. “Dia 12 a paragem não está definida. Agradeço aos taxistas que se curvaram a esta paragem e a nível nacional”ele observou em uma entrevista Pan-Americano.

Considera-se que a greve dos transportadores da região é mais severa. Em Lima a situação é normal. TV Pan-Americana

Segundo o representante do sindicato dos transportadores, o preço da gasolina já está elevado 22 soles por galão e as carências que afetam empregadores e empresas, foram obrigados a organizar uma manifestação para exigir ações do governo do presidente José María Balcázar.

Apesar das reivindicações feitas por estes sindicatos, até agora não houve manifestações, marchas ou paralisações de trabalho na maioria das empresas de transporte da capital. Aqueles que falaram foram transportador de mercadorias pesadasque optaram por não se mudar e estão espalhados em diferentes partes do Peru



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