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“Linha de voo”, exposição sobre corpo, migração e gênero no Museu de Arte Carrillo Gil

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María Ezcurra trabalha com diversos materiais, texturas, conceitos e temas, uma retrospectiva de 20 anos é apresentada no MACG. Foto: Abraham Goldsmith, Secretário de Cultura.

o Secretária de Cultura apresentou a exposição “María Ezcurra. Trajetória de voo”uma proposta arquitetônica que representa – CONSIDERAÇÕES ADMINISTRATIVASo AMIGOS RESIDENTES e o masculino e feminino desde uma perspectiva crítica e contemporânea na Cidade do México.

A exposição, patente no Museu de Arte Carrillo Gil, reúne uma série de obras que nos convidam a questionar as normas sociais, os limites físicos e simbólicos, bem como os papéis de género que permeiam a vida quotidiana.

Segundo o comunicado oficial, a exposição baseia-se no conceito de “vazar” como forma de resistência mandatos sociaissistema de energia e fronteiras culturais.

Através de diversas formas – como instalações, vídeos e performances – a artista propõe explorar o corpo como território em constante mudança, cruzando a experiência da migração e a construção de identidade.

“Linha de voo” representa a primeira exposição privada no México de María Ezcurra, que desenvolveu um trabalho internacional focado em temas como identidade de gênero e o uso da roupa como elemento simbólico.

O artista, nascido na Argentina e radicado entre o México e o Canadá, já participou de diversas exposições ao redor do mundo e é conhecido por sua abordagem da feminilidade e da sociedade nas artes visuais.

O Museu de Arte Carrillo Gil é um dos locais mais importantes para arte contemporânea no Méxicodistingue-se por abrir as suas salas a propostas experimentais e discursos críticos que falam da realidade social.

Neste caso, a exposição de Maria Ezcurra aderir a um programa que busca gerar reflexão sobre questões urgentes como comportamento humanoo importante e o diferenças de gênero.

Com “Linha de Voo”, o Secretária de Cultura e o BOLA fortalecer seu compromisso com projetos que colocam a arte como ferramenta PERSEVERAMOScapaz de questionar estruturas estabelecidas e abrir novas formas de pensar o mundo.

A exposição convida o público a reconsiderar a sua relação com o corpo, o território e as normas sociais, através de uma experiência artística que liga a intimidade à política.



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