Nas últimas horas, houve reclamações feitas por funcionários do Zona de saúde 2 Chaco contra as mulheres, diz-se que a medicina é uma prática ilegal. De acordo com o director do distrito provincial, o suspeito trabalhava como “médico” praticante, utilizando o registro profissional não é dele.
A denúncia foi registrada na delegacia Machaiele fez isso Orlando Di Nubila após consulta com Ministério da Saúde Pública que permitiu verificar as irregularidades. Após investigação, descobriu-se que o número da placa mostrada pelo suspeito correspondia ao de um médico.
A mulher, que não foi vista desde então, foi tratada no hospital Hospital Quitilipi sim Praça da Presidência. Ele fez a vigília em dois hospitais. Senhor das nuvens explicou o Diário do Chaco que a mulher foi “contratada para o serviço ativo, mas o restante da equipe sentiu que faltava muito treinamento”. Segundo ele, o suspeito “entrou no Copa Indunoronde houve um incidente no terreno, e foi aí que notei a falta de formação dos enfermeiros porque tinham que dar pontos.” Lembrou ainda que, vários dias antes, durante uma visita à Região de Saúde, “um enfermeiro anotou a sua opinião porque viu muitos defeitos”.
Com base nestes fatos e em outras dúvidas, confirmaram que o DIA A mulher não concordou com a matrícula do carro utilizado, por isso prestou queixa à Polícia por tratamento ilegal e tomada do título. Segundo a mídia local, o diretor confirmou que o suspeito usa o papel de outra pessoa desde agosto do ano passado e “aparece na programação do Guardian para fevereiro, março, abril, claro, e agora ele desapareceu e não conseguiu encontrá-lo“.
Na verdade, a mulher assinou 9 certidões de óbito. Nesse sentido eles insistiram. “Ela cuidou de pessoas que morreram depois.”
Eles mostraram isso em evidência cópia autenticada do registro eletrônicorelógio e livro de referência Hospital 4 de junhotodos os documentos com sua assinatura e selo. O assunto foi deixado nas mãos da polícia Ministério Público nº 3sob a liderança do Dr. Marcelo Soutoque decidiu avançar com as disposições legais pertinentes disse estar recebendo títulos e honras.
Quanto ao recrutamento, Di Nubila informou que enviou todas as informações carteira provincial de saúde e ao Tribunal para determinar como foi classificado. Eles também admitiram que não sabem muito sobre ele. “Eu disse às enfermeiras que era Formosamas aqueles que moravam lá ondas e tinha parentes lá PARAGUAImas quando começamos a olhar, nas últimas eleições, constatou-se que ele votou Sáenz Penasignifica que não tem nada a ver com tudo o que foi dito”.
Por fim, o profissional explicou que esteve em contato com o médico que contatou o cadastro. “Conversei com ele, ele trabalha em uma empresa privada e não tem conhecimento da situação”.
Em meados do mês, situação semelhante ocorreu no município de Santa Fé. Uma mulher foi detida após ser descoberta Ele praticou como vidente usando diplomas falsos e documentos apócrifos. Durante quatro anos, pelo menos, atuou no centro-dia do São Toméem uma casa de repouso Salgueiro Velho e ofereciam serviços a particulares, sem a formação necessária. A investigação, liderada pelo promotor Rosana Peresinafirmou que o acusado Ele fez apenas 4 dos 45 cursos de psicologia na Universidade Católica de Santa Féembora tenha se apresentado como graduado em 2019 com um documento apócrifo.
O procurador afirmou que “fez acreditar aos responsáveis dessas empresas que ele possuía as qualificações e competências comuns ao falso título que detinha”. Além disso, o arguido promoveu-se como profissional nas redes sociais e apareceu em redes de apoio à saúde, onde alegou não ter habilitações académicas. Através dessas ações, ele conseguiu se inserir centro de dia e uma casa de repouso, onde apresentou contas médicas, histórico médico e suporte de saúde, atividades para as quais não estava habilitado.
O arquivo indica que o falso psicólogo foi atendido pelo menos no ano passado 40 pacientes e causou maiores danos económicos do que 10 milhões de pesos para as instituições em causa. Num lar de idosos, entre março de 2023 e setembro de 2025, o perda de mais de 6 milhõesenquanto o restante corresponde a pagamentos realizados entre junho de 2025 e abril de 2026. Parte dos golpes atingiu também um adolescente e sua mãe, que pagou por tratamento psiquiátrico que recebeu ilegalmente.
O caso começou após denúncia apresentada pela polícia Faculdade de Profissionais de Psicologia do Primeiro Círculo. O alarme foi dado quando uma das instituições tentou verificar o código QR do registo profissional apresentado pelo arguido, método alheio ao sistema real e que resultou na revisão do seu registo académico. A mulher está sendo questionada falsificação de título, roubo de títulos e honras, vergonha sim uso indevido de poderes de cura.















