Franco Colapinto estrela de um dia histórico para as corridas argentinas ao dirigir um monolugar Fórmula 1 pelas ruas de Buenos Aires. O evento marcou o retorno dos carros de primeira linha ao país em quatorze anos e combinou a emoção dos torcedores com uma homenagem aos ídolos nacionais. Flávio Briatoreconselheiro executivo da Alpino e um homem que lhe deu confiança na seleção francesa, decidi uma mensagem do coração em um dia especial.
“Tenha um ótimo dia, Franco Coapinto!“, escreveu o italiano em sua conta no Instagram, em uma postagem com uma foto de Franco cumprimentando a multidão no meio da rua e outra do Lotus E20 2012 que o argentino dirigia.”Bravo Argentina e Buenos Aires por responderem a um evento tão incrível. Vejo você em Miami, Franco, para você me contar tudo!“, finalizou Briatore.

Às 12h55, o Lotus E20 — apresentado nas atuais cores da equipe Alpine — estreou no circuito montado na Avenida Libertador. Por mais de 20 minutos, Colapinto realizou uma série de acrobacias que incluíram ar condicionado, curvas fechadas e os típicos “donuts” no asfalto.sob os aplausos dos milhares de presentes.
A quantidade de mais de 600.000 participantesum número que, segundo a organização oficial do evento, mostra o tamanho do evento. O piloto argentino, 22 anos O carro parou várias vezes para receber os torcedores estacionados na cercarepete o gesto quando a exposição termina caminhando pela rua para se aproximar de quem veio com ele de diferentes partes do país. Após o término da primeira série Colapinto voltou ao paddock e ele conheceu sua avó novamente e com outros membros de sua família.
*Os sentimentos de Collapinto após deixar o Lotus E20 e conhecer os fãs
Um dos destaques da exposição foi o timing Colapinto recebeu um exemplar do Mercedes-Benz W196o modelo popular chamado “flecha de prata” que Juan Manuel Fangio Foi campeão mundial em 1954 e 1955. O carro, levado pelo empresário Carlos DiFortipodia atingir os 250 km/h, embora desta vez se deslocasse a uma velocidade reduzida e sob rigorosas condições de segurança.
Poucos minutos antes da largada da estação W196, Colapinto foi presenteado com um capacete comum na época e teve que receber instruções de como operar e modificar o carro histórico. “Eu não sei o que fazer” brincou o piloto ao perceber a diferença mecânica. Por fim, ele caminhou pela pista carregando a bandeira argentina e foi aplaudido de pé pela multidão..
Antes de sua primeira passagem pelo circuito especial, Colapinto falou sobre o valor da oportunidade de dirigir um carro de Fórmula 1 até a Argentina. “Gosto muito, fico arrepiado, sempre covarde”, disse o primeiro pensamento de Colapinto aos repórteres do ESPN Juan Fossaroli, aquele que durante o fim de semana do Grande Prêmio de F1 conversou com o argentino no paddock da F1. “É muito bom, com tanta gente, curtir a Fan Zone na Argentina. É algo que sonhei e não pensei que fosse acontecer tão cedo”Franco ajudou.
Mais de 600 mil pessoas presenciaram a exposição de Franco Colapinto em Buenos Airesonde o jovem piloto argentino pilotou o recente Alpine Lotus E20 e uma cópia do clássico Mercedes-Benz W196 – carro projetado para atingir 250 km/h -, num evento que trouxe a Fórmula 1 de volta à vida de Buenos Aires depois de quatorze anos.















