Início Notícias Sumar não enfrenta a derrota do decreto de formação e espera convencer...

Sumar não enfrenta a derrota do decreto de formação e espera convencer Junts antes da votação: “Não vamos embora”

20
0

A porta-voz do parlamento Sumar, Verónica Martínez Barbero, no Congresso. (EFE/Javier Lizón)

Sumar se apega a um milagre negocial de última hora para aprovar uma lei habitacional que permite prorrogação do contrato de arrendamento por dois anos até três milhões de pessoas. Mas a votação, poucas horas antes do Plenário do Congresso, parece difícil, senão impossível.

Depois do esperado ‘não’ de Vox, PP e Junts, a ausência do PNV foi acrescentada logo pela manhã. A afirmação foi da porta-voz da Peneuvista Maribel Vaquero, que garantiu a este o conteúdo do pedido não é compartilhado ou os formulários utilizados pelo Governo.

“Eu insisto, quem vota agora eles terão que explicar isso aos eleitores. A distância ou meia hora não vale a pena”, disse a porta-voz da coligação plurinacional, Verónica Barbero, durante uma conferência de imprensa no Congresso. O que aqui se vende como uma decisão para destruir Espanha, nas ruas é considerado a medida mínima”.

Sumar tenta convencer o partido de Carles Puigdemont encorajando o PSOE a dar a Junts o Ivan bônus para franqueado e proprietário para salvar a ordem habitacional, medida que sofreu oposição após a oferta, principalmente, da ala socialista do Executivo. Mas isso não parece ter exercido pressão para mudar o processo eleitoral. A construção pós-convergente requer a retirada de ordens governamentais e “renegociações” para aceitar novas informações juntamente com suas demandas. “Sumar sabe disso”, disseram na segunda-feira dos Junts.

Fontes dos sócios minoritários afirmam que a possibilidade de realização da votação procedimento público por recurso Está na mesa. É um método aprovado pela lei interna do Senado e para mostrar a posição de cada parlamentar. Foi uma fórmula exigida por outras facções do grupo progressista. De Sumar, no entanto, insistiram que “as eleições serão pacíficas” em princípio, e que os esforços estão concentrados na “continuação das negociações”.

O Podemos já está a pensar no plano B e exigiu que o Executivo aprove este decreto “todos os meses” em Conselho de Ministros, independentemente negação de direitos recorrentes no Senado.

Barbeiro respondeu pedido de construção roxa enviando uma mensagem de calma aos inquilinos que já solicitaram a prorrogação e garantiram que estão “totalmente protegidos” pela lei “aconteça o que acontecer”. “Faltam horas para enviar seu burofax. Sua prorrogação será válida porque existe uma lei em vigor”, acrescentou Ibáñez.



Link da fonte