se foi cinco anos de O aumento no Linha 12 o Sistema de Transporte Coletivo Metroviário (STC) na Cidade do México, onde algumas colunas desabaram entre as estações Olivos e Tezonco. Na noite de 3 de maio de 2021 ocorreu um dos maiores desastres urbanos da última década.
Embora as autoridades tenham incentivado investigações e processos judiciais, continuam os pedidos de justiça e de indemnização para as vítimas e as suas famílias. O equilíbrio do perigo é 26 pessoas morreram e 103 ficaram feridas.
Cinco anos após o desastre, a investigação sobre a queda da Linha 12 na Cidade do México ainda está aberta. Os antigos funcionários e empresas enfrentam processos judiciais, mas até agora ninguém foi condenado e nenhuma punição clara foi imposta. A assistência às vítimas continua com reparações e apoio, mesmo que continuem as demandas por reparações integrais e justiça plena.

Na tarde de domingo, os familiares das vítimas compareceram ao local do incidente, ofereceram as mãos e exigiram justiça para todas as vítimas.
o Ministério Público da Cidade do México concluiu que o acidente foi a principal causa do erro sério em construção em seções altas, como má instalação ou falta de parafusos, má soldagem e uso de ferramentas inadequadas.
A perícia da empresa DNV concordou que a ausência de parafusos de trabalho permitiu a deformação a radiação que causou o acidente. Além disso, o parecer aponta para problemas de concepção e deficiências estruturais repetidas, que aumentaram a vulnerabilidade estrutural.

FOTO: ROGELIO MORALES /CUARTOSCURO.COM
Neste momento, o processo criminal ainda está aberto. Existem acusações contra pessoas físicas e jurídicas relacionadas à construção e fiscalização. Os crimes descritos são homicídio, ferimentos e danos materiais, todos na modalidade penal.
Total de 10 ex-funcionários foram encaminhados ao Ministério Público devido a possíveis deficiências na construção, monitoramento e manutenção da chamada “Linha Ouro”. Entre os participantes estavam Enrique Horcasitas, ex-diretor do Projeto Metrô; Moisés Guerrero Ponce, ex-diretor de Obras Civis; Enrique Baker Díaz, ex-vice-diretor de Engenharia e Estrutura; e Juan Antonio Giral, ex-diretor de Obras Públicas, bem como Héctor Rosas Troncoso, Ricardo Pérez, Juan Carlos Ramos Alvarado e Fernando Amezcua.
Dois deles, Fernando Ramiro Lalana e Guillermo Leonardo Alcázar, estão mortos e o processo criminal contra eles foi arquivado. Outros oito ainda estão sendo julgados por homicídio, ferimentos e danos materiais, que são considerados crimes graves.

Atualmente, Nenhum dos ex-funcionários acusados está preso e também não há data fixa para a audiência provisória. A defesa dos réus apresentou vários amparos, o que atrasou o julgamento. Além disso, a ex-chefe do Sistema de Transporte Coletivo do Metrô, Florencia Serranía, que ocupava a subdiretoria de manutenção do Metrô, não foi investigada nem chamada a depor.
Entre as empresas ditas com destaque está a Carso, responsável por parte da obra, onde há dúvidas sobre as indenizações dadas às vítimas.















