Ocorreu uma explosão na mina La Ciscouda, administrada pela Carbonera Los Pinos SAS, no município de Sutatausa (Cundinamarca), deixando nove mineiros mortos e seis sobreviventes. Na segunda-feira, 4 de maio de 2026, foi imediatamente mobilizada a equipe de resgate, que realizou operações de resgate e atendimento.
Segundo a Agência Nacional de Mineração (ANM), a explosão ocorreu dentro da mina, na região de Peñas de Boquerón. No momento do incidente, 15 trabalhadores estavam no local.
De acordo com o comunicado oficial, Nove pessoas perderam a vida e seis foram resgatadas com segurança, sendo transferidas para o hospital regional de Ubaté para tratamento.
O governador de Cundinamarca, Jorge Emilio Rey, informou através das redes sociais que Primeiros socorros estão relacionados ao acúmulo de gasescondições perigosas neste tipo de mineração subterrânea.

Após a comunicação do acidente, a ANM acionou o Posto de Comando Unificado (PMU) e estabeleceu o protocolo de resgate de minas. Participaram da operação a equipe de resgate da mina, bombeiros de Ubaté, socorristas locais e a unidade de gerenciamento de riscos de Cundinamarca.
O capitão do Corpo de Bombeiros de Cundinamarca, Álvaro Farfán, confirmou o balanço da emergência e a evacuação dos sobreviventes: “Temos relatos de seis feridos, que foram examinados e encaminhados diretamente ao centro hospitalar do município de Ubaté”.
Além disso, ele descreveu a situação das vítimas e o curso de ação: “Atualmente, nove mineiros foram mortos, o que “Eles estão em processo de devolução dos corpos de um grupo especial de resgate..
Farfán anunciou também que o trabalho continua com a cooperação dos órgãos que atuam no departamento e do Conselho Municipal de Gestão de Riscos de Sutatausa.
No local estavam estacionadas três ambulâncias, uma médica e duas básicas, prontas para prestar atendimento imediato às vítimas. Em paralelo, A equipe técnica analisou o sistema de monitoramento contínuo de gases para determinar as condições seguras de entrada na mina pela boca do traje Ciscouda.
Durante a emergência, as equipes avaliaram o gás e o ar dentro da mina para reduzir o risco para as equipes de resgate.
O controle desses fatores decidiu avançar no acesso e nos trabalhos de recuperação, no ambiente onde há possibilidade de liberação de metano e pó de carvão.
O Serviço Nacional de Minas informou que no dia 9 de Abril realizou uma visita técnica à mina, que emitiu recomendações para reforçar a segurança.
Os principais requisitos incluem:
- Renovação dos trabalhos de inertização no projeto, devido à presença de pó de mapa, incluindo instalação de barreiras na área de transferência como moegas e outros pontos importantes.
- Contenção completa de operações abandonadas, onde as emissões de gases, especialmente metano, podem causar acumulações perigosas.
- Incluir na matriz de riscos os riscos e perigos associados a quedas, explosões e controle de pó de carvão.
A empresa alertou que o carvão poderia acumular gás e poeiraque requer um sistema de ventilação e monitoramento constante.
O acidente aconteceu no setor mineiro de La Trinidad, a uma profundidade de cerca de 600 metros, segundo informações dos trabalhadores do local.
A situação manteve os serviços de emergência em alerta máximo, que priorizaram a segurança em cada etapa. Paralelamente, o Posto de Comando Unificado coordenou a logística, os recursos e as comunicações entre os departamentos relevantes.

O Serviço Nacional de Minas manifestou a sua solidariedade às famílias das vítimas e reiterou o seu compromisso de monitorizar o local.
A empresa tem demonstrado que mantém atividades de prevenção, capacitação e conscientização em segurança mineira, com foco no fortalecimento da gestão de riscos neste tipo de trabalho.















