As fortes chuvas registadas nos últimos dias deixaram o terreno completamente encharcado. Quase 700 mil animais foram deixados na área afetada e há preocupações com o clima
O Governo de Santa Fé anunciou o emergência agrícola nas províncias do norte depois de fortes chuvas que causaram fortes chuvas enchente e várias perdas em meados de abril.
A medida foi adotada oficialmente nesta terça-feira por meio de decreto governamental Nº EE-2026-00028389-APPSF-PE em resposta às inundações que ocorreram na área, e atingiram a área no departamento de Vera, 9 de julho e General Obrigadoe inclui distritos do departamento de La Capital associados a cinturão hortícola de Santa Fé, conforme anunciado pelo Governo Provincial. O período de validade é de 1º de abril a 30 de setembro deste ano. Participaram nesta reivindicação a Associação Rural de Vera, que solicitou a declaração de emergência hídrica e agrícola para mitigar o impacto económico e social.
Segundo estimativas oficiais, quase cobriu a área afetada pelas condições climáticas 1.300.000 hectareshá sérios danos à produção agrícola. A colheita de soldados sim algodão número de sementes duras, enquanto no sector pecuário as perdas são em áreas baixas, aprox. 430.000 cabeças a vaca ferida.
Deixar O resultado é fruto de fortes chuvas que ultrapassou o reservatório 300 milímetros dentro de alguns dias e deixou a área em alerta. Naquela época a contagem indicava que era estéril 700 mil animais Eles ficaram expostos nos campos inundados. A situação foi exposta em fotos que circularam nas redes sociais onde trabalhadores rurais eram vistos transportando o gado para áreas mais altas e atravessando cursos de água, como o Arroyo Golondrina, para evitar a perda de animais.
Na ação ajuizada, o decreto estabeleceu a prorrogação do prazo Imposto sobre a propriedade para os produtores rurais que obtêm certificado de emergência. Nestes casos, o pagamento de seções 3, 4 e 5. Para os produtores de áreas ruraisa expansão chegou partes 2, 3 e 4 o Imposto predial urbano. Além disso, aqueles que possuem o certificado de desastre agrícola receberá perdão completo de Impostos sobre a propriedade rural e urbana correspondente ao ano de 2026.
O decreto também estabelece que o Administração Tributária Provincial (API) emitir certidões fiscais ou fazer restituições a quem pagou as taxas que foram posteriormente dispensadas devido à emergência. Esforços estão sendo feitos para aliviar a carga tributária das vítimas.
Para obter o benefício, o produtor em causa deve gerir o certificado de emergência através Sistema Santa Fé de Gestão de Emergências Agrícolas (Sisagea)disponível com https://www.santafe.gov.ar/emergencia-agro. Já os apicultores podem processá-lo através da plataforma Proap em www.santafe.gob.ar/proap/login. O prazo para envio de documentos foi prorrogado até 30 de junho.
A decisão do governador Maximiliano Pullaro incluiu a criação do Diretório de Fornecedores de Campo, Alimentos e Transporte para Assistência Agrícola Emergencial (Ropeca Santa Fe)projetado para levantar e organizar recursos de campo para pastagens, alimentação animal e serviços de transporte. O sistema busca identificar a disponibilidade desses recursos e facilitar o planejamento.
O Ministro do Desenvolvimento de Produtos, Gustavo PucciniSalientou que “estamos perto de todos os produtores que estão em dificuldades. A emergência não é apenas uma ferramenta administrativa: é uma decisão política de nos unirmos e apoiarmos a produção e organizarmos o trabalho em cada província”. Enquanto isso, o Secretário da Agricultura e Pecuária, Ignácio MántarasE acrescentou: “Essas medidas buscam dar previsibilidade em momentos muito difíceis. O objetivo é permitir que os produtores passem por essa situação sem perder capacidade de produção”.















