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Prisioneiros de Jaén acusados ​​de tortura foram libertados sob acusação

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Jaén, 6 de maio (EFE).- As duas babás e o diretor de um centro educativo infantil de Jaén – detidos por reclamarem do abuso de cerca de 15 crianças, foram libertados e interrogados, depois de testemunharem perante o Tribunal de Inquérito n.º 1 de Jaén.

Os educadores são acusados ​​de abusar de pelo menos quinze menores, o que ainda está aberto na quarta-feira, enquanto o diretor é acusado de crimes contra a administração pública e coação.

Segundo a comunicação social da Polícia Nacional, ontem os reclusos são suspeitos de obrigar as crianças a comer e por vezes molham-se.

Da mesma forma, segundo os pesquisadores, em alguns casos, alguns menores se trancam no banheiro escuro quando se recusam a comer ou a chorar.

A investigação começou pelos agentes da UFAM da Brigada Provincial da Polícia Judiciária de Jaén após a denúncia de vários alunos do centro de trabalho, que informaram os professores responsáveis ​​por determinados comportamentos que ocorrerão durante o atendimento a menores.

Segundo a polícia, quando o diretor tomou conhecimento da investigação aberta, reuniu-se com os pais dos menores e foi informado de que a Polícia Nacional os chamaria para prestar depoimento.

Segundo a investigação policial, a mulher disse aos pais que a situação era errada e que o filho estava bem, com o objetivo de influenciar o depoimento deles perante a polícia.

Da mesma forma, ele poderia ter falado com os estudantes envolvidos na denúncia, encorajando-os a retratar o que disseram e alertando-os sobre possíveis consequências, incluindo ações legais contra eles, que poderiam afetar o seu futuro. EFE

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