A empresa de auditoria M&T Internacional, contratada pela Escritório Nacional do Processo Eleitoral (ONPE) para rever o sistema eleitoral nas eleições parlamentares de 12 de abril, tem histórico de exclusão, não tem centro físico e regista a falha do seu canal de comunicação, segundo reportagem publicada no domingo. Quarto lugar.
Embora o ONPE tenha defendido publicamente as ações de sua contratada e rejeitado a ficha disciplinar, a decisão publicada domingo contraria esta versão: a empresa recebeu suspensão temporária de 11 meses por apresentar “informações falsas”.
Érico MoranCEO da empresa, anunciou que sua empresa possui filiais no Peru e no Chile, além de mais de 140 clientes em dezenove anos. Contudo, não soube informar o endereço do escritório chileno. “Não me lembro”, ele respondeu à pergunta.
Ao ser questionado sobre informações, sugeriu “ligar e perguntar”, embora, segundo reportagens, os números de telefone divulgados no site, tanto em Lima quanto em Santiago, não funcionem nem recebam ligações.

Quarto lugar Ele foi ao endereço fiscal declarado em Chacarilla del Estanque, no bairro de Lima em Surco, mas lá trabalha apenas um colega dedicado ao recebimento de documentos. “Só aceitamos cartas e informamos a todos que chegam até elas”, disse a pessoa que foi chamada.
Questionado sobre a própria sede do auditor, Morán admitiu que se tratava de um “escritório virtual” contratado “devido à epidemia”, e disse que a renda no bairro costuma ser elevada.
Um dos requisitos para assinar um acordo com ONPE incluindo acreditação mais de quatro milhões de solesvalor que a empresa afirma ser muito superior a isso, sem qualquer prova escrita.
A empresa, que é classificada como PME em termos fiscais e laborais, recebeu o contrato de auditoria após ser selecionada Foram convidadas 19 empresas nacionais e 11 internacionais da mesa eleitoral, que considera este processo suficiente para excluir o controle adicional proposto pelo Júri Nacional Eleitoral (JNE).















