No combate ao tráfico de drogas, a Polícia Nacional relatou detalhes chocantes de uma operação registrada na zona rural de Puerto Asís, Putumayo, que ganhou importância devido às rotas de entrega de drogas utilizadas por uma rede criminosa para trazer substâncias ilegais ao Brasil.
Entre as duas casas havia mais plantas do que plantas, pois os policiais uniformizados descobriram que se tratava de casas contendo 11 toneladas de maconha, base de coca e cloridrato de cocaína.
Nesta apreensão, as autoridades impediram a organização criminosa de vender drogas no valor de mais de 7,5 mil milhões de pesos, o equivalente a mais de um milhão de doses.
Para a Polícia Nacional, o número de detenções foi um dos mais bem sucedidos dos últimos meses.porque em 2025 a missão mais eficiente não ultrapassará as sete toneladas. “Este é o maior valor para a maconha neste ano e muito mais do que no ano passado”, destacou a instituição em comunicado oficial.

No relatório desta operação, o diretor de combate às drogas, brigadeiro William Castaño, informou que no trabalho de inteligência, o chamado “Milamor” foi identificado como o responsável pelos itens derrubados.
A Polícia apontou este homem como chefe de uma organização criminosa encarregada de armazenar e transportar drogas que saem de Puerto Asís com a ajuda de grupos armados da região..
Acredita-se que essa pessoa trabalhava no comando de fronteira, onde pagava para permitir o envio de mercadorias para o exterior. “Ficou estabelecido que este sistema criminoso irá facilitar as actividades ilegais do alegado criminoso conhecido como ‘Milamor’, em troca do pagamento de recursos económicos para permitir a saída das mercadorias para locais internacionais”, afirmou o brigadeiro.

Falando sobre a importância da operação, o diretor do combate às drogas disse que o referido grupo armado é uma parte importante da atividade criminosa na região.
Além disso, sabe-se também que parte da estrada ou rota utilizada pelos criminosos para enviar drogas ao Brasil passa por estradas isoladas ou linhas de abastecimento na região fluvial.
“As organizações criminosas utilizam afluentes como o rio Guamuez e o rio Putumayo como corredores estratégicos para transportar substâncias ilegais”Castaño confirmou.
A investigação permitiu identificar uma modalidade de tráfico de drogas que utiliza barcos com motores de popa e compartimentos secretos do tipo enseada, embutidos em barcos-guia.

As autoridades observaram que este transporte internacional de drogas continua devido à cooperação entre organizações criminosas de diferentes países. Segundo notícias oficiais, o sistema apresenta semelhanças com as redes de contrabando que operam na Colômbia nos últimos anos.
A relação entre grupos colombianos e organizações criminosas brasileiras permite a atuação do contrabando para outros países. Além disso, a investigação mostra uma coordenação especial com grupos criminosos brasileiros conhecidos por sua presença naquele país.
Durante a investigação dos responsáveis, foi levantada a questão de como os dois edifícios utilizados pela rede se situavam em zonas de difícil acesso. O cargo exigiu mais de duas semanas de trabalho, com foco no trabalho de vigilância e no processamento de informações classificadas. O plano operacional demorou quinze dias, devido à quantidade de inventário e à dificuldade geográfica para estabelecer onde os funcionários realmente trabalhavam..
Do Anti-Narcóticos apontaram que parte básica da informação foi obtida através de fontes humanas e os dados transmitidos na linha 167, destinados a relatos de cidadãos.















