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Alias ​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​ ​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​ seu governo do Roca, o ladrão que deixou um comerciante em apuros em Carabayllo.

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O preso interveio munido de uma motocicleta, uma cacerina de alta qualidade e uma “emulsão” explosiva. // Vídeo: Notícias Latinas

A violência associada assalto no norte de Lima novamente deixou uma vítima. Um vendedor no mercado de La Cumbre, no distrito de Carabayloacabou com graves lesões cerebrais após confrontar o suposto ladrão que exigia dinheiro diariamente de dezenas de vendedores locais. O ataque aconteceu depois que a vítima se recusou a dar o dinheiro solicitado a título de “cota”, segundo a Polícia Nacional Peruana (PNP).

Segundo a investigação policial, o vendedor foi obrigado a pagar 10 e 15 soles por dia continuará operando normalmente dentro do centro de abastecimento. Aqueles que resistiram foram constantemente ameaçados com mensagens ameaçadoras e intimidação. Após vários dias de vigilância e inteligência, os agentes especiais prenderam Christian Noel Roca Bocanera, conhecido como ‘La Roca’, identificado como responsável por extorsão e ataque brutal a um dos comerciantes.

Extorsionistas atacam uma escola primária em Carabayllo. (Foto: Carabayllo Al Día)

Conforme detalhado pela PNP, as reclamações sobre cobranças ilegais começaram a se intensificar no dia 18 de maio, quando vários vendedores do mercado La Cumbre alertaram que estavam sob constantes ameaças. Cada lugar tinha que entregar dinheiro todos os dias para evitar retaliações. A situação suscitou temores entre os comerciantes, que afirmam que serão marginalizados e pressionados pelo suposto extorsionário.

As autoridades identificaram Christian Noel Roca Bocanera, conhecido como ‘La Roca’, como a pessoa que supostamente fez os pagamentos dentro do mercado. Mas as coisas pioraram quando um dos vendedores decidiu confrontá-lo e recusou a quantia exigida. A reação foi violenta.

Segundo a polícia, o lojista ficou gravemente ferido na cabeça durante o ataque. Como resultado do ataque, um Lesão cerebral grave (LCI) e teve que ser levado às pressas para o hospital, onde ainda está internado sob supervisão médica.

A Polícia disse ter confrontado a vítima por causa de constantes acusações e ameaças. “Quem não quiser pagar sofrerá as consequências”, dizia a mensagem enviada pelos extorsionários para controlar os vendedores no mercado.

Após o ataque, houve inteligência e vigilância que permitiram a busca e detenção do suspeito no dia 21 de maio. Durante a intervenção dos assaltantes, recuperaram dele uma grande panela, duas bombas de emulsão de dinamite e um telemóvel que teria utilizado para planear e executar ameaças.

Além disso, a PNP apreendeu as motos que seriam utilizadas para circular pela região e para intimidar os vendedores nos postos de abastecimento.

Autoridades disseram que a prisão foi feita em colaboração com o Ministério do Interior na manhã de quinta-feira. Actualmente, o pseudónimo ‘La Roca’ cumpre nove meses de prisão preventiva enquanto se aguarda a investigação dos alegados crimes de roubo, lesões corporais graves e posse de explosivos.

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Nos casos crescentes de à forçaassassinos e ataques armados em diferentes bairros da capital, o governo decidiu ampliar o estado de emergência na região metropolitana de Lima e Callao por mais 60 dias. A medida entrou em vigor no dia 29 de abril após a publicação do Decreto nº 062-2026-PCM no jornal oficial El Peruano e permanecerá ativa até o final de junho.

A prorrogação não introduz quaisquer novas restrições relativamente à prorrogação anterior. o Polícia Nacional Peruana (PNP) Continuará a supervisionar a segurança interna com o apoio do Exército, enquanto a intervenção se concentrará em áreas identificadas através de mapas criminais, relatórios de inteligência e estatísticas policiais. Segundo documentos oficiais, a decisão responde à continuação de crimes violentos como homicídio, extorsão e extorsão que continuam a afectar comerciantes, transportadores e cidadãos de Lima e Callao.

Durante o período de emergência, certos direitos constitucionais relacionados com a privacidade, a liberdade de circulação e de reunião pública permanecem suspensos. Além disso, os movimentos de massa devem continuar a solicitar autorização prévia das autoridades.



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