O Presidente da Argentina, Javier Mileydestacou que o governo mexicano participou do financiamento do que descreveu como uma campanha “anti-argentina”, organizada – segundo seu depoimento – para desacreditar seu governo diante das próximas eleições presidenciais na Argentina.
Durante uma entrevista de rádio lá Rádio Mitreonde o presidente falou sobre a suposta interferência estrangeira no processo eleitoral argentino.
Segundo Milei, o 25% dos recursos dedicado a esta campanha contra ele veio do governo brasileiro, embora não tenha oferecido números ou porcentagens específicas para a suposta contribuição do México.
O presidente argentino disse, sem revelar qualquer prova pública, que a campanha também será financiada:
- O governo de México
- ele Partido Democrático dos Estados Unidos
Milei os descreveu como atores “cabeça em frente” interessados em travar o que descreveram como o progresso da política económica, argumentando que o sucesso do seu modelo poderia ser uma ameaça a este espaço político.
Na mesma conversa, Milei falou sobre planos de visitar o ex-presidente brasileiro JairBolsonaroatualmente na prisão, reunião que – segundo seu relatório – ele não estava autorizado a realizar.
Neste contexto, o presidente argentino comparou este episódio à visita que, segundo ele, o empresário mexicano recebeu na Argentina. Larrea Alemãnenhum detalhe oficial da reunião foi confirmado pelas partes envolvidas até o momento.

Até o momento, o governo mexicano não emitiu uma resposta oficial. na declaração de Milei e não confirmou nem negou a afirmação de que ele participou do financiamento que o presidente argentino disse.
O presidente argentino também deu continuidade ao papel de conselheiro brasileiro durante a campanha presidencial. Sérgio Massa em 2023, que vinculou ao governo Luiz Inácio Lula da Silvacomo parte do seu argumento para uma alegada interferência patrocinada pelo governo na região.















