ele semestre letivo 2026-1 da Universidade Nacional de San Marcos (UNMSM) pode estar em risco devido a aproximar além da aula virtualapós o envolvimento da Cidade Universitária e das moradias estudantis.
O limite estabelecido pela Superintendência Nacional do Ensino Superior Universitário (Sunedu) em programas virtuais para presenciais estão se aproximando rapidamente, enquanto grupos universitários encontrar uma saída para o conflito que paralisa a ação face a face começou em 12 de maio.

Através do anúncio, o UNMSM Ele alertou que a expansão dos protestos estudantis e a ocupação dos campi obrigaram todo o ensino superior a migrar para o método remoto.
De acordo com a regulamentação em vigor Suneduprogramação presencial Eles só podem ter até 30% de aulas virtuais. No dia 22 de maio, o universidade Reconhecido que a borda virtual restante é igual a menos de três semanasfato que obriga todas as partes envolvidas e deixa em pé o tema da prática, do laboratório e da oficina.
“O Prefeito da Universidade Nacional de San Marcos expressa sua preocupação com a situação dos estudantes que ficam na cidade universitária e nas residências estudantis”, disse a instituição.
Esta situação não afecta apenas o progresso académico, mas também as condições de vida daqueles que permanecem no campus, sem acesso médico, saneamento ou alimentação.
A continuação do semestre letivo Depende da capacidade das autoridades e dos estudantes para chegarem a um consenso dentro do quadro formal e legal.
o Sunedu então o efeito de exceder a porcentagem virtual ficou claro. Caso esse limite seja ultrapassado, o semestre poderá ser interrompido, principalmente nas disciplinas obrigatórias.
San Marcos também anunciou o cronograma de reuniões com representantes estudantis e Gabinete do Provedor de Justiça para terça-feira, 26 de maio, com o intuito de encontrar uma solução que permita que as pessoas voltem a circular.

Demandas dos alunos e níveis de estresse
Além do alerta virtual, o protesto estudantil já dura quase duas semanas e gira em torno de três reivindicações principais: não processará os estudantes envolvidos no sequestro, garantirá a legalidade da Federação das Universidades e respeitará o acordo prévio sobre a não voluntariedade do vice-presidente e do vice-presidente..
O porta-voz do grupo de ocupação da universidade disse que “tudo depende da fecundidade da mesa de negociações, porque se nos derem hoje uma garantia e tudo for destruído, a universidade poderá fechar em dois dias”.
o Gabinete do Provedor de Justiça atuar como mediador na mesa de discussão, atendendo à solicitação do aluno para ajudar um facilitador externo.
A situação é complicada pela recente demissão do grupo Comitê de Eleições do Colégio (CEU)departamento encarregado de convocar eleições internas no UNMSM.
Numa carta governamental, o CEU declarou que “não há condições” para garantir a realização das eleições, após o aparecimento de deputados e candidatos presidenciais no campus, facto que reforçou ainda mais o estado de incerteza.















