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EsSalud falou após suspensão do Ministério Público por corrupção e explicou a investigação de S/1.800 milhões

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O Ministério do Interior tomou medidas urgentes na sede da EsSalud em resposta à alegada comissão corrupta relacionada com o projecto de lei urgente que poderia permitir a contratação directa de bens e serviços de mais de S/1.800 milhões sem seguir o concurso público. A investigação está relacionada com medidas que supostamente visam resolver a escassez de medicamentos e equipamentos médicos na instituição. Fonte: TV Peru Notícias

O Ministério de Estado implementou trabalho urgente no centro da assistência social de saúde (EsSalud) antes de supostamente cometer suborno relacionado à compra de S/1.800 milhões. A intervenção foi realizada pela Sexta Procuradoria da Primeira Procuradoria Regional Especializada em Crimes Penais das Autoridades de Lima Central, conforme informou a instituição pública através da conta oficial.

A investigação está relacionada com a elaboração do projeto de lei de emergência (DU) que permitirá a contratação direta de bens e serviços por S/1.800 milhões, sem passar pelo habitual procedimento público. Segundo o Ministério Público, o objetivo da medida é suprir a suposta falta de medicamentos e equipamentos médicos em EsSalud.

Relatório sobre Notícias da TV Peru Disse que por volta das 10h00, o procurador chegou em três viaturas e entrou no centro médico para recolher documentos e falar com funcionários e administradores. A mídia noticiou que a investigação foi acionada depois que os jornalistas reclamaram da existência do projeto regulamentado por lei e do valor da receita.

O Ministério de Estado tomou medidas urgentes na sede do EsSalud devido à presença de corrupção relacionada com a compra de S/1.800 milhões. (Criação: Infobae Peru)

Nas suas relações públicas, o Ministério de Estado Confirmou que o julgamento foi realizado “em resposta à existência de corrupção”. EsSalud e a investigação está “relacionada com a preparação” do DU. O Ministério Público confirmou que este projecto pretendia ter um projecto sobre a contratos diretos para bens e serviços superiores a S/1.800 milhõesnão há distribuição normal de preços.

“O sexto gabinete da Primeira Procuradoria Provincial Especializada em Crimes Penais das Autoridades de Lima Centro está a tomar medidas urgentes no centro de seguro social de saúde (EsSalud), em resposta ao alegado cometimento de corrupção naquela instituição”, disse o Ministério de Estado através da conta X.

Quatro homens em um prédio com o logotipo da EsSalud. Um está vestindo um casaco comprido e olhando para o telefone, os outros três estão vestindo jaquetas. A imagem tem texto sobreposto
A promotoria anticorrupção de Lima Centro está realizando medidas emergenciais na sede da EsSalud em relação a investigações relacionadas à corrupção e contratos diretos no valor de S/1.800 milhões. (Foto: X / Ministério de Estado)

Segundo informações divulgadas pela Procuradoria-Geral da República, pode ter havido propostas legais com base na necessidade de responder à escassez relatadaespecialmente medicamentos e dispositivos médicos. Essa é a base da iniciativa: definir a origem, a sustentabilidade e o acompanhamento do projeto, além de identificar os responsáveis ​​pela sua concepção.

Relatou a entrada de três viaturas da Procuradoria Especial pelo crime de corrupção por parte de um responsável televisivo e destacou que os agentes do Ministério Público permaneceram nos gabinetes durante a manhã para obter informações e apurar “o que é esse decreto urgente”. O canal mostrou ainda que o caso prosseguiu enquanto aguardava o pronunciamento oficial de algumas autoridades.

Após a intervenção, o EsSalud emitiu um comunicado no qual afirma que forneceu e continuará a fornecer equipamentos para Ministério de Estado. Além disso, confirmou que apresentou os documentos e informações necessários de forma “voluntária e transparente” para participar no esclarecimento da situação.

No mesmo comunicado, EsSalud anunciou que a investigação fiscal está ligada “à proposta de decreto urgente” e sublinhou que “Nenhum contrato, presente ou pagamento foi feito”. Sobre o dinheiro investigado, disse que o número de S/ 1.800 milhões corresponde à “estimativa técnica projetada” para o fornecimento anual de medicamentos e não se trata de um processo de aquisição.

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A EsSalud emitiu um comunicado oficial detalhando a sua cooperação com o Ministério de Estado na investigação da proposta de portaria, que garante que não há conluio ou gasto de fundos públicos. (Foto: X/EsSalud)

A instituição explicou que a adopção de normas técnicas responde à necessidade de reforçar o quadro jurídico para fazer face à escassez de medicamentos e suprimentos médicos essenciais. Contudo, lembrou que, após avaliação técnica e jurídica, a proposta foi “rejeitada pela empresa” antes da due diligence fiscal.

Em sua declaração, EsSalud Ele confirmou que de acordo com as normas e regulamentos isso é realizado através do processo de aquisição e aplica o método para evitar incumprimentos. Informou ainda que todo sol investido estará disponível em portal transparente, como parte de seu compromisso com a prestação de contas.

Finalmente, a empresa anunciou os serviços no hospital continuam sem interrupção e o tratamento dos responsáveis ​​permanece legal. A seguir, disse que respeita o sistema de controlo da instituição e pensa que a participação do Ministério do Interior e o apoio a longo prazo da Controladoria-Geral da República garantem a gestão regular e a continuidade dos cuidados.



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