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A natação funcional pode mudar a técnica e prevenir lesões, segundo uma nova abordagem

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Treinador espanhol alerta sobre exercícios comuns de crawl que não são adequados ao corpo e aumentam o risco de lesões (Imagem ilustrativa Infobae)

A natação moderna exige muito mais do que força e resistência. Um bom alinhamento corporal e respiração funcional são essenciais para a prevenção de lesões. Além da simples repetição de movimentos, o condicionamento requer um conhecimento profundo da biomecânica humana.

O treinador espanhol Jorge Gomezno depoimento coletado pela revista especial sobre saúde e bem-estar SportLifealertou sobre a duração dos exercícios e recomendações que, longe de promoverem a função na água, podem inibir a técnica e aumentar o risco de lesões. Gómez enfatizou que a posição do corpo e os padrões respiratórios têm um impacto direto na habilidade e na saúde do nadador. “O alinhamento da coluna é essencial para uma movimentação adequada, reduzindo a resistência ao movimento e prevenindo lesões”, explica.

Homem praticando golpe de borboleta
Os especialistas explicam que o funcionamento do diafragma melhora a gestão do oxigênio e do dióxido de carbono, relaxa o núcleo e melhora a transferência de energia.

A adaptação do corpo à água apresenta um desafio único: ao perder o estímulo da gravidade e da superfície sólida, o nadador deve aprender a orientar-se e a movimentar-se num ambiente dominado pelo impulso e resistência da água.

Isso altera o alinhamento do corpo e do processo respiratório. O treinador enfatizou que o primeiro objetivo é colocar o corpo em uma posição harmoniosa, o que exige ajustes sutis na pelve, nas costelas e na cabeça que permitam o alinhamento dos braços e das pernas e a manutenção da função dos músculos respiratórios.

Ele explicou que respiração diafragmática Um recurso fundamental para melhorar a gestão do oxigénio e do dióxido de carbono durante a natação. “A respiração funcional envolve a ativação do diafragma, dos principais músculos respiratórios e dos estabilizadores da coluna, que descem para a cavidade abdominal durante a inspiração e sobem para a cavidade torácica durante a expiração”, disse ele. Gómez.

Este mecanismo não só melhora a capacidade pulmonar, mas também promove a estabilidade central e a transferência eficiente de força durante a natação.

Close de um nadador em uma piscina, usando um boné amarelo e óculos de proteção, enquanto caminha pela água com um grande tiro em volta da cabeça e dos braços.
O artigo alerta que olhar para frente ou a 45 graus altera a propriocepção e dificulta a respiração (Image Infobae)

O artigo mostra que os exercícios e dicas usuais, principalmente para o crawl, podem ser contraproducentes. Entre elas, a recomendação de olhar para frente ou em um ângulo de 45 graus. Conforme explicou o treinador, “a cabeça deve estar alinhada com a coluna, pois qualquer desvio altera a posição das pernas e costelas, dificultando a respiração e alterando a propriocepção”.

Outro ponto importante é a recuperação de armas. O especialista espanhol fez perguntas sobre a forma tradicional de “unhas altas”afirmando que essa postura, longe de ser eficaz, pode alterar a posição da escápula e da pelve, limitando o movimento funcional e aumentando o risco de lesões no ombro. “Exercícios como zíperes ou tocar os quadris e a cabeça durante a recuperação não trazem nenhum benefício real para o alinhamento do corpo”, disse ele.

A tendência de sair da água em busca da entrada mais distante é outro aspecto a considerar. Ele disse que esse movimento provoca deslocamento lateral das costelas e desequilíbrios na coluna, o que afeta o funcionamento do corpo e dos músculos respiratórios. Além disso, o final da braçada atrás da linha do corpo alivia as escápulas e dificulta o início da recuperação, obrigando os músculos a compensar o movimento.

Um nadador, Michael Phelps, mergulha em uma piscina, usando óculos de proteção e uma tromba preta, com bolhas ao redor e uma corda vermelha.
Michael Phelps, o nadador olímpico de maior sucesso, empurra-se na água durante uma competição, mostrando seu domínio na piscina. (Foto da Infobae)

Em relação ao chute, ele alertou que o conselho de aumentar a quantidade para que o pé não afunde nem sempre é eficaz. Na análise dele, realizar exercícios de chutes com a cabeça fora d’água ou com prancha pode prejudicar a adaptação e aumentar o gasto energético. Seu sucesso, diz ele, depende do correto alinhamento do corpo e não apenas dos movimentos das pernas.

A distribuição de respirando Ele também está trazendo algumas atualizações sérias. O artigo explica que respirar fundo, prender a respiração e expirar com força não é a melhor estratégia. Gómez sugerem um método de respiração diafragmática: inspire lentamente pela boca e expire lentamente pelo nariz, sem esvaziar completamente os pulmões. Este procedimento ajuda na estabilidade da coluna, oxigenação e eficiência hídrica.

Para verificar a eficácia do exercício, especialistas experientes recomendam jogá-los na água na posição vertical. Se o movimento alterar o alinhamento da coluna ou comprometer a distância entre todas as extremidades, pode não ser adequado para nadar. O treinador concluiu que “a natação facilita o trabalho e protege contra lesões, respeitando a biomecânica natural do corpo, incluindo a respiração”.



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