O diretor executivo da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol, alertou que mesmo que o Estreito de Ormuz fosse aberto imediatamente, já faz “muito tempo”. regressará à situação anterior devido aos graves danos causados à infra-estrutura energética e petrolífera no Golfo Pérsico. Birol explica que a normalização não depende de reabrindo as rotas marítimasmas sim a construção da infra-estrutura básica, que poderá demorar dois anos e será construída gradualmente.
Em entrevista à rádio France Inter, o representante da AIE reafirmou que “o maior crise da história“Na energia e afecta não só o petróleo, mas também o gás, os fertilizantes e os produtos petroquímicos, ampliando o seu impacto na economia global. O risco mais provável é a inflação e uma possível diminuição da actividade económica global, até mudanças na oferta estes recursos vitais tiveram um impacto negativo nas cadeias de abastecimento globais.
A AIE, fundada em 1974 após a primeira crise do petróleo e que reúne a maioria dos países da OCDE, examina com preocupação o desenvolvimento do conflito, disse Birol. O processo de recuperação será feito passo a passo e dependerá da velocidade de restauração das infra-estruturas danificadas, enquanto o mundo acompanha o desenvolvimento do mercado energético e os resultados económicos causados pelo bloqueio na região.
(novo por extensão)















