Caracas, 12 de julho (EFE).- A conta aí
“Apreciamos profundamente os elogios e a solidariedade demonstrados pelas delegações, pelos povos e pelos governos do mundo que compartilharam seus esforços neste momento difícil e doloroso para nosso país”, dizia o artigo publicado na rede social e datado de Nova York, onde o chavista foi detido com sua esposa, Cilia Flores.
O artigo não menciona países específicos, entre os muitos que manifestaram a sua solidariedade enviando ajuda à Venezuela; incluindo os Estados Unidos, cujo governo forneceu uma “resposta humanitária substancial” de mais de 386 milhões de dólares, entregue “sem demora”, segundo um relatório da Administração Trump na última quarta-feira.
No domingo, a Embaixada dos EUA em Caracas garantiu que os militares norte-americanos estão “apoiando os esforços de socorro (…) liderados pelo Departamento de Estado após os devastadores terramotos” no país sul-americano.
Maduro, que foi preso em janeiro passado pelas forças dos EUA em Caracas durante uma operação militar, está confiante de que “a Venezuela renascerá na unidade e na perseverança”, segundo X, que publica mensagens frequentes mas não sabe quem a dirige.
Além dos Estados Unidos, muitos países de vários continentes têm apoiado Caracas nos esforços de busca e salvamento, nos cuidados de saúde e na prestação de ajuda humanitária, a que se segue o processo de recuperação e reconstrução das infra-estruturas afectadas, especialmente na área devastada de La Guaira, adjacente à capital.
Maduro e Flores permanecem na prisão federal de Nova Iorque, onde aguardam julgamento, depois de terem sido acusados de terrorismo, uso de armas e conspiração para contrabando de drogas para os Estados Unidos.
A próxima audiência de ambas as partes, marcada para 30 de junho, foi adiada para 22 de julho.















