o Polícia penitenciária subtraído do total 187 telas de TV, 20 conversores e 123 controles remotos sete prisões na Costa Rica, nas novas medidas anunciadas por Ministério da Justiça e Paz reforçar o controlo nas prisões da Costa Rica.
A prisão é uma resposta à política de segurança proposta pelo governo do presidente Laura Fernández e o Ministro da Justiça e Paz, Gabriel Aguilarque esta semana anunciou uma série de medidas destinadas a fortalecer o poder do Estado nos campos penais e a reduzir os benefícios das pessoas privadas de liberdade.
A retirada desses aparelhos eletrônicos foi realizada pela polícia penitenciária em sete presídios e nenhum incidente ocorreu durante a operação. Entre os baús estão 187 televisãoalém do mais 20 conversores de caixa sim 123 controle remotomaterial que permaneceu na célula.
Esta disposição faz parte da directiva emitida pelo Ministério da Justiça e Paz que determina a remoção dos televisores encontrados nas celas da prisão. Segundo o ministro Gabriel Aguilar, A decisão entra em vigor imediatamente e visa fortalecer o controle institucional sobre os centros de detenção.

O Governo apresentou o reforço da lei como estratégia para combater a influência dos bandos das prisões e para fortalecer a disciplina nas prisões. Durante o anúncio das novas condições, Aguilar garantiu que o plano é restaurar integralmente o poder do Estado nas prisões.
Além de retirar a televisão, o Ministério da Justiça anunciou outras iniciativas para mudar o funcionamento do presídio. Isso inclui cancelar a transferência de pessoas retiradas de visitas conjugais quando ambas estiverem detidas em centros de detenção diferentesuma prática que exigiu a mobilização de recursos policiais e materiais do Estado.
As condições também consideram rotação periódica do diretor da prisãobem como os agentes colocados na modalidade de segurança máxima, com o objectivo de evitar que permaneçam muito tempo nos seus cargos e reduzir a possibilidade de contacto com as estruturas criminosas que actuam nas prisões.
Uma das condições declaradas inclui o reforçar o controlo interno dos funcionários do Ministério da Justiça. As autoridades afirmaram que o estilo de vida e possíveis comportamentos suspeitos dos agentes penitenciários serão monitorizados e quaisquer indícios de colaboração com organizações criminosas serão remetidos às autoridades judiciais para investigação.

O Governo alertou ainda que os funcionários públicos detidos por trazerem drogas, telemóveis ou outros artigos proibidos para as prisões, ou por colaborarem com gangues, poderão ser detidos no Centro de Alta Contenção do Crime Organizado (CACCO) no futuro, quando este começar a funcionar.
As novas orientações surgem dias depois de o Executivo ter reiterado os planos para reforçar as condições prisionais para pessoas ligadas a gangues e fortalecer a governação nas prisões do país.
Com a retirada de dispositivos eletrónicos de sete prisões, o Ministério da Justiça pretende enviar a mensagem de que as prisões ficarão sob a autoridade do Estado e não das estruturas criminosas que nelas operam. “O Governo, o Poder Executivo, manda na prisão”, disse o ministro Gabriel Aguilar ao apresentar as novas medidas de segurança.















