Santander, 29 abr (EFE).- A Agência Nacional de Polícia prendeu em Santander um homem que seria responsável pelo assassinato de menores, ao qual deu uma aula especial para fortalecer um assunto.
Durante a investigação, a Polícia fez buscas na casa dos dois presos, onde encontrou documentos e dispositivos móveis.
As autoridades judiciais concordaram com a sua libertação com medidas cautelares contra o recorrente.
A polícia informou em comunicado que no dia 19 de abril um menor com seus pais compareceu ao escritório de denúncias e direitos civis de Santander.
Relataram que dois dias antes o menor havia sido agredido sexualmente pela própria professora, num incidente ocorrido na segunda casa onde esta pessoa lecionava, em Santander.
Acrescentaram que o menor frequentava aulas particulares com o homem há cerca de um ano para melhorar duas matérias.
Recentemente, porém, os seus pais receberam a confirmação para a terceira disciplina, que a professora concordou em dar após o término do horário das outras duas, resultando no facto de ele ser o único aluno desta disciplina, explicou a polícia.
Devido à gravidade do incidente, foi aberta uma investigação para localizar e prender os acusados, bem como esclarecer esses fatos e verificar se ainda há vítimas.
O acusado foi detido e levado sob custódia, sendo levado à delegacia, onde permaneceu até o julgamento.
A natureza dos incidentes relatados determinou que a investigação fosse realizada com a agência especial de crimes sexuais e outros especialistas em crimes tecnológicos.
Para esclarecer o local e verificar se havia outras vítimas, os investigadores entraram e revistaram os dois prédios utilizados pelo preso, um onde morava e outro onde dava aulas particulares, onde foram encontrados documentos e dispositivos móveis.
A análise das consequências permitiu identificar outros 28 estudantes do estudo que foram investigados por um grupo especial sobre esse tipo de desvio de conduta.
Após investigação policial, o preso foi colocado sob custódia da Justiça, que ordenou sua soltura com a imposição de medidas cautelares contra o recorrente. EFE















