Valência, 20 de maio (EFE).- O ex-chefe de notícias À Punt Iván Esteve garantiu nesta quarta-feira, durante seu depoimento no caso Dana, que muitas pessoas foram resgatadas após relatar sua situação na rádio pública regional.
Foi por meio dessas ligações de ouvintes que a equipe de reportagem soube da morte, por volta das 21h. em 29 de outubro de 2024, conforme relatado por fontes familiarizadas com o depoimento de Esteve.
No entanto, esta informação só pôde ser verificada através de fontes oficiais várias horas depois.
Este ex-diretor da À Punt elogiou a previsão da meteorologista Victoria Roselló, que alertou que algo muito importante virá, “mais de 500 litros” por metro quadrado, com vários dias de antecedência.
Isto permitiu confirmar a nova redação junto do pessoal do programa, algo que era “proibido”, segundo Esteve, mas “infelizmente o dinheiro teve de ser devolvido no dia seguinte” por motivos de “obras públicas”.
As autoridades expressaram sua surpresa com a notícia de À Punt durante esta tragédia porque não houve nenhuma aparição pública durante a celebração do Cecopi até o presidente da época, Carlos Mazón.
Explicou que os Presidentes da Câmara estavam entre as principais fontes de informação direta e oficial naquela noite e através deles sabia, como sublinhou, a importância da situação.
Por outro lado, confirmou que não houve discussão prévia à divulgação da mensagem de alerta à população às 20h e às 23h, e quanto à conferência de imprensa não foi diferente da realizada pelo presidente na manhã e à noite do dia 29 de outubro.















