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Governo de El Salvador ordena o retorno imediato dos dirigentes sindicais expulsos por motivos políticos

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Rolando Castro, Ministro do Trabalho, durante seu discurso durante a celebração do Dia Internacional do Trabalhador em San Salvador.

O Ministro do Trabalho de El Salvador, Roland Castroanunciado durante a comemoração do Dia Internacional dos Trabalhadores a emissão de uma decisão reintegrar imediatamente os líderes sindicais que foram demitidos por motivos políticos.

O responsável, se interveio no evento organizado pela Unidade da União Salvadorenha (USS)afirmou que o objetivo é proteger os direitos dos trabalhadores e dos sindicatos, e confirmou que o governo do presidente Nayib Bukele Não é anti-sindical.

De acordo com o depoimento recolhido por Informações, Castro Informou que, numa situação de conflito, o presidente Bukele optou por defender a honestidade e integridade dos líderes sindicais, evitar processos por razões políticas.

“Defenderei primeiro a verdade, não os ataques, e defenderei os líderes sindicais”, disse o ministro, disse o presidente de Salvador.

Nesse caso, Castro Foi descrito como “evidência confiável” de que o presidente apoia o movimento sindical, respondendo às críticas do Executivo que se diz anti-sindical.

Durante seu discurso, o líder trabalhista condenou alguns funcionários usou os rostos dos líderes sindicais como argumento para justificar seu fracasso ou incapacidade de administrar. De acordo com Castrotambém houve servidores que destituíram representantes sindicais de seus cargos e mesmo assim não o fizeram. Eles conseguiram melhorar a eficiência da instituição.

“O fracasso, a incapacidade de uma pessoa ocupar um cargo público é uma boa definição da pessoa média que verifica os problemas de outras pessoas”, disse ele.

Partindo do pressuposto de que o governo de Nayib Bukele não é
Partindo do pressuposto de que o governo de Nayib Bukele não é “contra o sindicato”, o chefe do Partido Trabalhista, Rolando Castro, confirmou que a pasta pública executará quase 70 decisões judiciais.

O ministro disse que Ministério do Trabalho tem esterilidade 70 decisões emitidos por vários tribunais que protegem os direitos dos representantes sindicais. Neste enquadramento foi decidido libertar a carteira pública, a partir de 1º de maio, uma nova resolução que ordenaria a reintegração imediata de líderes demitidos por motivos políticos ou retaliação contra sindicatos.

Castro Enfatizou que a imunidade não se estenderá aos líderes acusados ​​de corrupção, desonestidade ou abuso de poder. “Não protegeremos os dirigentes sindicais corruptos, desonestos, preguiçosos e insultuosos”, afirmou este responsável, que foi recebido pelos presentes no evento.

O ministro disse que estas decisões serão remetidas ao tribunal com pedido de medidas preventivas para travar o despedimento sem justa causa. Além disso, alertou que “podemos construir a narrativa agora, mas o que está errado é a história, a forma como ela julga cada um de nós”, e sublinha a importância da memória histórica face à impunidade.

Castro concluiu que a missão do Ministério do Trabalho é fazer cumprir a lei e garantir a justiça, sem exceção, para não deixar problemas jurídicos pendentes para o presidente Bukele. Também defendeu o sindicalismo como direito fundamental consagrado na Constituição salvadorenha e nos acordos internacionais, e garantiu que o movimento sindical esteve ao lado da humanidade ao longo de sua história.



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