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Megaoperação do Rio de Janeiro: milhares de manifestantes expulsam ações policiais que deixam mais de 120 mortos

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Um dia de protestos após manifestação policial que matou uma pessoa contra traficantes na Favela da Penha (Associase Press/Silvia izquierdo)

Milhares de pessoas estiveram lá na sexta-feira Vila Cruzeiroparte do penha favela kompleks, rejeição de Polícia Contra ele Mandamento vermelhoque deixou mais de 120 mortos Rio de Janeiro. O ataque foi classificado como o mais mortal da história recente. BRASIL.

A maioria dos manifestantes, moradores da Penha e Alemão por aí -O -incluído Família e amigos os mortos no campo de futebol. As faixas muitas vezes exigiam justiça e criticavam o governador Cláudio Castro, a quem culpam pelos ataques violentos.

A mídia local informou que participaram parentes de pessoas mortas em intervenções policiais anteriores. “Eu sinto a dor dessas mães. “É uma grande surpresa ver um jovem que foi morto no mesmo local onde morreu o seu filho”, disse uma mulher num comunicado citado pelo Agência Brasil.

“Nós que moramos em Perpera estamos sofrendo. Mas o governo não pode nos ver como inimigos. O Estado deve tratar e cuidar do seu povo, de todos os seus residentes“, enfatizou o dirigente sindical Raimundo de Jesus durante a manifestação.

Demonstrador com uma vela dentro
Manifestantes com velas nas mãos durante manifestação contra a última ação policial no Rio de Janeiro (jornal Europa)

A operação, que mobilizou 2,5 mil empresários em duas favelas, teve como objetivo desmantelar gangues Mandamento vermelhoa organização criminosa do país. O número de mortos é de pelo menos 121, incluindo quatro policiais, e dezenas de corpos, que foram encontrados na floresta e arredores, foram mantidos na Praça São Lucas A última quarta-feira foi um sinal.

É um erro para o Brasil. Não há prova disso“Ele reclamou Leandro Santiagonatural de Vila Cruzeiro. Durante a manifestação, muitos manifestantes vestiram branco como símbolo do desejo de paz: usaram camisetas com tecido vermelho estampado e carregaram cartazes com “chega de matar gente”.

A manifestação ocorreu depois de 99 pessoas terem sido encontradas mortas após indicação da MEGA-Operação, segundo dados oficiais divulgados esta sexta-feira. Deste grupo, 78 têm antecedentes criminais, o que parece ser o perfil criminal da maioria das pessoas envolvidas.

As autoridades relataram a prisão de 113 pessoas durante a operação. O relatório informa que, entre os identificados, 40 são de outros estados brasileiros, que descreve a presença de estrangeiros e a natureza da operação.

A identidade dos envolvidos é clara. Entre os melhores exemplos: Espírito Santo, ‘Russo’, chefe do tráfico de drogas em Vitória; Do Amazonas, ‘Chico Rato’ e ‘Gringo’, traficantes de drogas em Manaus; Da Bahia, ‘Mazola’, o chefe do crime de Fira de Santana; Do Goiás, Fernando Henrique dos Santos, figura máxima do tráfico de drogas naquele estado”, explicou Felipe Curi, secretário civil do Rio.

Manifestantes colocam velas
Manifestantes colocam velas em silhuetas pintadas na rua, participando de manifestação contra ações policiais no Rio de Janeiro (Reuters/Laryssa Fraga)

Juiz do Supremo Tribunal Alexandre de Moraes Ele solicitou que o governador do Rio se manifestasse na segunda-feira, 3 de novembro, para explicar detalhadamente a operação da última terça-feira.

Por outro lado, o escritório Pelos direitos humanos Foi chamada de “reforma abrangente e eficaz” dos procedimentos policiais e apelou ao Brasil para “acabar com o ciclo de violência excessiva e garantir que a segurança pública seja monitorada de acordo com os padrões internacionais sobre o uso da força”.

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castrodisse na terça-feira que a província que ele dirige está lutando “narcoterrorismo“, usando uma retórica semelhante à do presidente dos EUA, Donald Trump, em sua cruzada América latina. Castro descreveu a polêmica operação como “sucesso“.

Embora muitas lojas tenham fechado após o fechamento da manhã de quarta-feira, as ruas do bairro do Rio de Janeiro ainda refletem as consequências da violência policial: carros em chamas tornam-se obstáculos e atmosfera permanente.

(Com informações da Contress Press)



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