Exposição aos raios ultravioleta (ultravioleta) durante Verão 2026 atingirá níveis perigosos em diferentes partes do Peru, segundo o Serviço Nacional de Meteorologia e Hidrologia (Senamhi).
Os valores mais elevados registam-se no litoral, onde os índices variam entre 8 e 15, enquanto nas montanhas podem ir até 19, situação que, segundo Senamhi, representa o risco à saúde da população.
O Senamhi alerta que, mesmo que haja nuvens sombrias, o Os raios UV atravessam as nuvens e expõem as pessoas a perigos invisíveis.
Em Lima MetropolitanaA situação é muito delicada. Nos distritos Norte e Leste, o índice UV varia entre 9 e 13; no oeste e centro de Lima, entre 8 e 10, e no sul, entre 8 e 12.
Não só aumenta o risco de raios solaresmas também o doença mais grave. O Peru é um deles país com a maior radiação solar do mundoquadro que, segundo Orlando Ccora, especialista do Senamhi, piora Destruição da camada de ozônio e proximidade do equador.

Quanto mais Raios UV pode dar à luz raios solares ESPERE- câncer de pele. SSegundo especialistas, mais de 60% dos adultos sofreram lesões cutâneas causadas pela exposição desprotegida ao sol.
O câncer de pele é o terceiro câncer mais comum no país, com quase 1.300 novos casos a cada ano, de acordo com os Centros Nacionais de Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças.
A lesão imediata mais comum é raios solaresque se manifesta em vermelhidão, dor e, em casos graves, febre e bolhas.
ele bronzeadoque muitas vezes é visto como um sinal de saúde, na verdade protege a pele dos danos do sol. Os dermatologistas alertam que a martelada tem “efeito prejudicial à pele”, conforme explicou um representante da campanha. 365 Prevenção.
Além disso, a exposição a Raios UVA sim UVB Está associada ao envelhecimento precoce, ao aparecimento de rugas, manchas e ao desenvolvimento de câncer de pele, inclusive o melanoma, a forma mais agressiva.
Os raios UV podem causar reações alérgicas e afetar os olhos. O Instituto Nacional de Oftalmologia (INO) do Ministério da Saúde (às vezes) alertou que a exposição solar pode causar olhos secos, fotofobia, visão turva e, em casos mais avançados, catarata.
“O calor também faz com que as lágrimas evaporem e ressequem os olhos”, diz o oftalmologista Alexis Altamirano Nolazco, que recomenda o uso de óculos escuros com proteção UV 400 e chapéu de aba larga.
o falta de água Este é outro efeito associado a altas temperaturas e radiação. Os sintomas incluem palidez, cólicas, tonturas e, em casos graves, desmaios.

Diante dessa situação, o Senamhi e a Superintendência Nacional de Fiscalização do Trabalho (Sunafil) recomendam evitar a exposição ao sol entre 10h e 16h, utilizando protetor solar 30 ou mais fatores, chapéu de aba larga, óculos de sol com filtro UV e mangas compridas.
“O protetor solar deve ser reaplicado a cada 2 horas”, enfatiza Senamhi. Além disso, a Lei nº 30.102 obriga os empregadores a fornecer componentes de proteção solar aos trabalhadores que trabalham ao ar livre.
O Ministério da Saúde lembra a importância de consultar um dermatologista em caso de manchas suspeitas. Segundo relatórios oficiais, “o cancro da pele mata cerca de 728 pessoas todos os anos no país”, facto que evidencia a urgência da prevenção.















