Um paciente de 24 anos está internado desde 16 de julho no hospital Rebagliati após fratura na mandíbula, mas não foi encaminhado ao especialista em cirurgia bucomaxilofacial para tratamento.
A situação foi anunciada no domingo pelo dentista Yener López, que destacou que o jovem, conhecido como Leider Guerrerodeu entrada no setor de emergência do principal hospital EsSalud, em Lima, após um acidente durante uma partida de futebol.
A denúncia, autorizada pela família, revela preocupação com a demora nos cuidados especiais necessários para esse tipo de lesão.
De acordo com as informações prestadas Informaçõesos pacientes foram avaliados primeiro no serviço de cirurgia geral e depois no serviço de cirurgia de cabeça, pescoço e maxilofacial. Uma tomografia computadorizada confirmou a fratura mandibular e, desde então, Guerrero está internado sob efeito de analgésicos e antibióticos, mas a cirurgia não foi concluída.

A família manifestou preocupação com a falta de cirurgia e observou que já haviam se passado três dias desde a internação sem encaminhamento para especialista ou cirurgia relacionada. Alertaram que esta situação pode causar complicações de saúde, dependendo da evolução do quadro de saúde e da avaliação da equipe médica.
O porta-voz observou que recebeu permissão dos seus familiares para divulgar a situação e confirmou que o tratamento oportuno era a prioridade. “A saúde dos pacientes é inevitavelmente afetada por problemas internos do hospital. É fundamental que recebam os cuidados especializados de que necessitam em tempo útil”, afirmou.
Explicou que as fraturas da mandíbula requerem avaliação especial e, nos casos relatados, tratamento cirúrgico oportuno para restaurar a função e reduzir o risco de complicações.
“Os cirurgiões-dentistas especializados em cirurgia bucomaxilofacial são profissionais treinados no diagnóstico e tratamento de fraturas cirúrgicas de mandíbula, maxila e outras estruturas do complexo maxilofacial”, disse.

Ele acrescentou que a presença de especialistas na área de emergência pode melhorar o atendimento às pessoas com traumas faciais desde o primeiro contato com o sistema de saúde. Disse ainda que a decisão sobre a intervenção está de acordo com a equipa médica e o estado do paciente, embora tenha destacado o perigo de atraso.
“O atraso prolongado na resolução cirúrgica das fraturas mandibulares, quando indicado, pode aumentar o risco de infecção, osteomielite e até mesmo em casos graves, sepse”, alertou.
Até o final desta nota, o EsSalud não emitiu nenhuma declaração oficial sobre o assunto, apesar dos pedidos de esclarecimentos. López instou as autoridades a garantir uma cirurgia imediata para pacientes com trauma maxilofacial e a priorizar cuidados especiais focados na segurança do paciente.















