Mais do que S/ 8,3 milhões em máquinas, combustíveis e matérias-primas usados na mineração ilegal foram apreendidos e destruídos em Madre de Dios durante seis dias de operações intensivas, segundo o Comandante das Forças Armadas. Esta operação, realizada em conjunto com a Polícia Nacional do Peru e a Procuradoria Especial de Assuntos Ambientais, visa deter o avanço da mineração ilegal em uma das regiões mais afetadas da Amazônia.
As autoridades explicaram detalhadamente que a operação lhes permitiu apreender escavadoras, jangadas, motores e acampamentos rurais, onde era utilizado ouro ilegal. Alcance até S/ 8.379.726,00o que representa um duro golpe para o software das organizações criminosas dedicadas a esta atividade. O trabalho se concentrou nas áreas de Águas Negras, Balata, Barrio Chico e El Platanal, onde a mineração ilegal se expandiu nos últimos anos.
Com estas intervenções, as agências responsáveis pela aplicação da lei procuram reduzir a capacidade dos grupos ilegais de operar e proteger áreas de elevado valor ecológico em Madre de Dios. O Comandante das Forças Armadas afirmou que a destruição de máquinas e equipamentos é uma medida importante para evitar que os madeireiros ilegais continuem a explorar a floresta e a prejudicar o ambiente.

A implantação de helicópteros foi essencial para chegar às áreas de difícil acesso que ligavam as actividades mineiras ilegais. Os helicópteros Comando Operacional Sul Ele deixou os soldados entrarem Águas Negras, Balata, Bairro Chico e El Platanallocais estratégicos com bases escondidas e maquinaria pesada.
Em cada intervenção, destruíram equipamentos e estruturas ilegais sob supervisão da polícia Procuradoria Especial de Assuntos Ambientais. Desta forma, garante-se que os procedimentos estão de acordo com as normas legais e ambientais. A operação inclui ainda a retirada de petróleo e o desmantelamento de jangadas utilizadas na mineração de ouro nos rios.
Segundo relatórios oficiais, essas ações impactam diretamente no software do veículo mineiros ilegais, porque a substituição de máquinas e equipamentos representa um custo elevado e limita a sua capacidade de continuar a trabalhar na área. No entanto, as autoridades sublinham que é necessária uma vigilância constante para evitar que estas redes sejam instaladas no mesmo local.

Em linha com a ação, relatórios de Conservação da Amazônia – ACCA afirmou que a mineração ilegal destruiu mais de 500 hectares de Reserva Nacional Tambopata em alguns meses. O relatório, baseado em imagens de satélite e distribuído no MAAP #241, indica que só em 2025 serão danificados mais de 400 hectares, superando o nível mais elevado registado no ano anterior.
A auditoria revelou 183 instalações mineiras activas, 67 acampamentos ilegais e 5 centros de actividade dentro da reserva, principalmente na parte norte e perto do rio Malinowski. Estima-se que alguns 1.000 pessoas Atualmente operam ilegalmente em Tambopata, o que mostra a extensão do problema.

O relatório destaca que mineração ilegal avançando mesmo perto do posto de controle do estadocomo Otorongo, Azul e Yarinal. Isto mostra que a presença de trabalhadores não é suficiente para impedir a proliferação de mineiros ilegais. Sidney Novoa, da Conservação da Amazônia – ACCA, alertou que a proximidade de acampamentos ilegais aumenta o risco para os guardas florestais e dificulta a proteção do território.
A pressão sobre o património nacional de Tambopata não afecta apenas as florestas e os rios, mas é perigosa para aqueles que protegem o ambiente. As autoridades e as organizações ambientais concordam que a luta contra a exploração madeireira ilegal requer ações de longo prazo, orçamentos maiores e controlos reforçados para evitar que a Amazónia peruana continue a perder áreas valiosas para atividades ilegais.















