Madrid, 12 jun (EFE).- A Guarda Nacional deteve sete gangues que cometeram 62 assaltos nas províncias de Madrid e Toledo, sobretudo camionistas que descansavam em estações de serviço e bancos, correios e fumadores, onde fugiram com 257 mil euros.
O grupo estava sediado em Cubas de la Sagra, Madrid, onde armazenavam bens roubados e furtavam automóveis de gama alta, onde realizavam os roubos e alteravam os seus documentos para evitar a identificação, informou a Guarda Nacional.
A investigação dos órgãos conseguiu confirmar que os sete presos cometeram dois tipos, dentro do caminhão quando os motoristas descansavam na área de serviço e outros cometeram violência em banco, correios e fumantes com uso de ferramentas e aparelhos eletrônicos.
As suas atividades ilegais estendiam-se por todo o norte da província de Toledo e por alguns municípios do sul da Comunidade de Madrid, onde viajavam com carrinhas e automóveis de gama alta anteriormente roubados.
A Guarda Nacional revistou cinco casas e recuperou uma grande quantidade de bens furtados, bem como ferramentas e aparelhos eletrónicos utilizados para furtar automóveis e realizar assaltos.
Além disso, os criminosos apreenderam cinco carros de luxo e cinco carrinhas, bem como as duas chaves “clone” que utilizavam para conduzir os carros roubados, e procederam à detenção das sete pessoas desta organização.
Nesta operação, baptizada Plomba, intervieram o Comando de Segurança Cidadã (USECIC) de Madrid, bem como o Grupo de Reserva e Segurança (GRS) 1 de Madrid e a polícia local de Seseña, Añover de Tajo e Pantoja, na província de Toledo. EFE















